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Ministros da Comunicação Social dos PALOP «muito satisfeitos» com avanços
- 13-Sep-2003 - 14:09

Os responsáveis pela Comunicação Social dos governos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) manifestaram-se "muito satisfeitos" com os "passos concretos" dados em Lisboa no sentido do reforço da cooperação no domínio dos media.


No final de uma audiência com o primeiro-ministro português, José Manuel Durão Barroso, que encerrou três dias de encontros entre os responsáveis governamentais lusófonos pelo sector, o vice-ministro da Comunicação Social de Angola, Manuel Domingos Augusto, congratulou- se pelo facto de em Lisboa terem sido "tomadas medidas concretas".

Além dos progressos verificados no "campo dos princípios", que "tornarão a relação de cooperação mais igual e mais participativa", foi ainda estabelecido "um cronograma de acções que vai dar resultados muito concretos", salientou Manuel Augusto.

O facto de a RTP e a RDP terem sido reconhecidos como "operadores públicos de Comunicação Social portuguesa" e "financiados pelo governo português" e o reconhecimento de que "a versão África desse operadores públicos" constitui um "instrumento de cooperação entre os países da lusofonia" são, no entender do governante angolano, alguns exemplos dos progressos conseguidos em Lisboa.

Simultaneamente, sublinhou, foi decidido no curto prazo prestar "um apoio material e técnico" aos operadores públicos da Guiné- Bissau e São Tomé e Príncipe, estando previsto, no caso guineense, que as acções de cooperação tenham início já durante o próximo acto eleitoral no país.

Para o vice-ministro angolano é, no entanto, importante que os países do espaço lusófono "tenham uma participação, principalmente ao nível dos conteúdos", condição prévia para que seja possível "encontrar mecanismos" de cooperação eficazes e "partilhados".

"Não acreditamos muito no mérito das declarações só pelo que vem escrito. Houve uma evolução muito grande nas decisões, mas há também um grande realismo", concluiu o responsável angolano.

Após três dias de encontros ao nível ministerial e técnico, os responsáveis pela comunicação social dos PALOP aprovaram a chamada "Declaração de Lisboa", que define o programa orientador da cooperação bilateral e multilateral nos media.

O documento define uma cooperação assente em três vectores, nomeadamente nas acções a desenvolver nos domínios da assistência técnica, formação e conteúdos, na elaboração de documentos definidores de um novo modelo para os canais África da RDP e RTP e para uma nova política de cooperação.

No domínio da programação, ambos os canais devem passar a integrar conteúdos provenientes de vários centros de produção, de contribuições dos operadores nacionais e de co-produções que se desenvolvam no domínio da cooperação.

Até hoje, apenas a TPA, de Angola, tem colaborado com conteúdos para a programação da RTPÁfrica.

Quanto às agências noticiosas de Portugal e dos PALOP, terão de desenvolver acções de cooperação no domínio da valorização profissional dos seus trabalhadores, no intercâmbio noticioso e na criação de condições para a assistência técnica e para a colaboração editorial.

Na sessão de abertura da reunião com os seus homólogos da África lusófona, na quinta-feira, o ministro da presidência, Nuno Morais Sarmento, sublinhou que a reforma do audiovisual em Portugal permitirá reforçar a cooperação no sector da Comunicação Social com os PALOP e o papel dos canais África da RDP e RTP.

Morais Sarmento realçou que a reforma que o governo português está a levar a cabo no sector audiovisual vai permitir "contrariar a tendência de desinvestimento que vinha sendo feito", nomeadamente na RTP África, e a diminuição das acções de cooperação a nível de Comunicação Social com os PALOP.

Referindo-se ainda à cooperação, Morais Sarmento lembrou que as comunidades dos PALOP residentes em Portugal "terão acesso a uma programação específica" no segundo canal da RTP - que vai passar a chamar-se "A Dois" -, e destacou o protocolo assinado com as operadoras de televisão privadas, que ficam obrigadas a incluir um tempo exclusivo para as comunidades.

Além do vice-ministro da Comunicação Social de Angola, integraram a delegação dos PALOP os ministros da Presidência do Conselho de Ministros de Cabo Verde, Arnaldo Andrade, e da Juventude e Desporto, Comunicação Social e Assuntos Parlamentares de São Tomé e Príncipe, José da Graça Viegas Santiago.

A delegação de Moçambique foi liderada pelo director do Gabinete de Informação, Felisberto Tinga, e a da Guiné-Bissau pelo embaixador guineense em Lisboa, Joãozinho Vieira Có, que substituiu Isidoro Afonso Rodrigues, nomeado terça-feira ministro da Comunicação Social.


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