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«Forças Vivas da Nação» assinam 5ºfeira «Pacto de Transição»
- 17-Sep-2003 - 18:05
As chefias militares, partidos políticos e as organizações da sociedade civil e religiosas vão assinar quinta- feira um pacto de transição, em que ficará definido o apoio à nova realidade política na Guiné-Bissau, disse hoje à Agência Lusa fonte partidária.
Segundo a fonte, o "pacto" vai estabelecer as regras dos mecanismos de resolução dos problemas que vão surgindo em consequência do golpe de Estado de domingo, quando foi derrubado o regime do presidente Kumba Ialá.
Os passos fundamentais do período de transição, como a preparação de eleições e actos de gestão essenciais, vão ficar definidos neste "pacto de todas as forças vivas da Nação", sublinhou a fonte.
Na vertente política, o documento será assinado pelas formações e coligações que já se tinham posicionado para as eleições legislativas antecipadas de 12 de Outubro próximo, entretanto adiadas, incluindo o Partido da Renovação Social (PRS, no poder até domingo), fundado e liderado por Kumba Ialá.
Fonte da missão de mediação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que se encontra em Bissau desde segunda- feira, adiantou entretanto à Lusa a possibilidade de os presidentes da Nigéria, Olusegun Obasanjo, e do Senegal, Abdoulaye Wade, assistirem ao acto, em Bissau.
"Se chegarem na quinta-feira, poderão assistir à assinatura do pacto", assegurou a fonte, que adiantou que a intenção de uma eventual deslocação é "inteirarem-se da nova realidade política" da Guiné-Bissau.
A fonte adiantou que a visita de Obasanjo e Wade funcionará como um "complemento" à missão da CEDEAO na Guiné-Bissau, liderada pelo secretário executivo da organização, Mohamed Ibn Chambras (Guiné- Conacri), e que integra ainda os ministros dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde, Gâmbia, Gana, Nigéria e Senegal.
Entretanto, ao longo da manha de hoje, cerca de 10.000 pessoas concentraram-se na Chapa de Bissau, local tradicional de manifestações políticas, numa iniciativa organizada pelos partidos e pela sociedade civil, com o acordo dos militares golpistas.
A manifestação destinou-se a apoiar o Comité Militar para a Restituição da Ordem Constitucional e Democrática (CMROCD), liderado pelo auto-proclamado presidente interino Veríssimo Correia Seabra, que protagonizou o golpe de Estado que levou à destituição de Kumba Ialá.

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