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  Cabo Verde
Pequenos partidos estudam plataforma para combater bipolarização
- 18-Sep-2003 - 18:56

A criação, a médio prazo, de uma terceira via política em Cabo Verde, para combater a bipolarização do PAICV e MpD, está a ser estudada entre os pequenos partidos.


Esta ideia foi hoje expressa por Óscar Santos, dirigente do Partido da Convergência Democrática (PCD), que admite uma coligação para as próximas eleições autárquicas, previstas para os primeiros meses de 2004, com perspectiva de continuidade no futuro, em outros sufrágios.

Segundo o dirigente, as coligações que o seu partido fizer para as eleições autárquicas terão como propósito um projecto a longo termo, para a criação de uma terceira força política em Cabo Verde.

Óscar Santos adiantou à Agência Lusa que já foram encetados alguns contactos preliminares com o Partido do Trabalho e Solidariedade (PTS) e com o Partido da Renovação Democrática (PRD).

"Precisamos de alargar o espaço de entendimento para a construção paulatina de uma terceira via no país. Acredito que esta seja a melhor forma de combater a bipartidarização", explicou.

Realçou que "as possíveis coligações que o PCD vier a fazer para as autárquicas devem ter como fim um projecto a longo termo, de forma a que daqui a dois ou três anos exista uma alternativa credível aos dois partidos maioritários no país", ao Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), actualmente no poder, e ao Movimento para a Democracia (MpD), que governou o país entre 1991 e 2001.

Esta "terceira via" teria como finalidade tentar conquistar a fatia do eleitorado que não se revê nos dois principais partidos, referiu Óscar Santos.

Quanto às próximas eleições autárquicas, previstas para o primeiro trimestre de 2004, o PCD pretende concorrer em todos os concelhos do país, seja com candidatos próprios, em coligações, ou apoiando grupos independentes que queiram candidatar-se às câmaras municipais.

No concelho de Calheta de São Miguel já está definida a candidatura de Alberto Correia. Nos concelhos de Porto Novo e do Sal, a opção deverá ser o apoio a grupos independentes. No Sal, as negociações vão no sentido de apoiar Jorge Figueiredo.

Quanto à coligação com o Movimento para a Democracia (MpD), que chegou a ser negociada, Óscar Santos afirmou à Agência Lusa que está totalmente fora de questão qualquer entendimento.

A ideia de uma terceira força é defendida, em tese, também pelo Partido da Renovação Democrática (PRD).

De acordo com o presidente interino do PRD, Simão Monteiro, a situação política no país requer um combate à bipolarização, a curto ou médio prazo.

Para este "combate", admite Simão Monteiro, é possível que o PRD venha a construir uma coligação com um ou mais partidos que partilhem das linhas ideológicas do PRD.

O dirigente afirmou que nunca existiu qualquer contacto com o PAICV (partido no poder) para qualquer tipo de entendimento, uma possibilidade que chegou a ser aventada na comunicação social cabo- verdiana.

No entanto, acrescentou que o seu partido está aberto a entendimentos com outras forças políticas, nomeadamente com o PCD, ou mesmo com grupos de independentes, para concorrer às eleições autárquicas.

Simão Monteiro adiantou que o PRD vai apresentar candidatos próprios em alguns concelhos do país e procurar coligações com outros partidos, ou ainda apoiar grupos independentes.

Já o Partido do Trabalho e Solidariedade (PTS) não confirma a existência de contactos com outras forças políticas para concorrer às eleições autárquicas.

O coordenador das eleições autárquicas, Aníbal Medina, explicou que os contactos feitos até agora não surtiram efeito porque o propósito do PTS é o de "negociar em pé de igualdade com qualquer força política, e isso nem sempre tem sido possível".

Aníbal Medina não descarta, no entanto, a possibilidade de entendimentos futuros.

"Nós defendemos que o PTS deve ter projectos autárquicos comprometidos com o desenvolvimento dos concelhos, e é nesta base que poderemos vir a negociar qualquer entendimento", explicou.

O PTS vai apresentar candidato próprio em São Vicente, ilha onde o partido possui a sua base eleitoral.

Em estudo, de acordo com Aníbal Medina, está a possibilidade de concorrer ainda nos concelhos de Santo Antão, ilha vizinha.

"Entendemos que as duas ilhas devem caminhar juntas rumo ao desenvolvimento. Se houver algum projecto que defenda esta estratégia de desenvolvimento regional, então poderemos avançar. Senão, estamos a estudar a possibilidade de apresentar candidatos próprios nos concelhos de Porto Novo, Paúl e Ribeira Grande", acrescenta.

Quando à UCID e ao PSD, outros dois pequenos partidos cabo- verdianos, até ao momento não é conhecida qualquer movimentação no sentido de preparação das próximas eleições autárquicas.


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