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Bastonário Ordem Médicos defende protocolo Lisboa-Caracas
- 19-Sep-2003 - 9:07
O bastonário da Ordem dos Médicos de Portugal defendeu quinta-feira em Caracas a celebração de protocolos entre as autoridades portuguesas e venezuelanas que facilitem a atribuição de equivalências aos médicos luso-venezuelanos.
Germano de Sousa encontra-se em Caracas para participar hoje num debate promovido pela Associação de Médicos Luso-Venezuelanos (Asomeluve), que juntará profissionais da saúde venezuelanos e luso- descendentes, e no qual procurará esclarecer os colegas que eventualmente pensem exercer em Portugal sobre as actuais condições de acesso ao sistema de saúde nacional e europeu.
"Neste momento, qualquer colega luso-venezuelano pode chegar a Portugal e, por ter esta origem, pedir uma equivalência da sua licenciatura", sublinhou à Lusa Germano de Sousa, que defende a oficialização de protocolos nesta área, dando como exemplo aqueles firmados com o Brasil.
"Também aos luso-venezuelanos tudo se deve fazer para facilitar a equivalência", disse, sublinhando que o reconhecimento em Portugal abriria também as portas na União Europeia para o exercício da profissão.
O bastonário considerou ainda que a visita a Caracas é importante para "mostrar aos colegas venezuelanos de origem lusa que os médicos portugueses não se esquecem deles, que estão com eles e que querem partilhar os seus problemas".
"Apesar da distância, os problemas da medicina venezuelana e da portuguesa são semelhantes, porque o médico, onde quer que esteja, tem sempre acima de tudo a preocupação pelo bem-estar dos doentes", realçou.
"Necessitamos de trocar impressões entre a realidade venezuelana vista pelos olhos dos médicos luso-descendentes, a realidade portuguesa e a realidade europeia", avaliando ainda "quais foram as consequências da nossa integração na União Europeia", uma experiência que acredita poder ser útil proximamente para a Venezuela "na medida em que vai haver algo semelhante entre os países da América do Sul (Mercosul)".
"É importante que conheçam todos os problemas que nós tivemos e que resolvemos", frisou o bastonário, que no debate analisará mesmo as implicações na prática médica da integração de Portugal na União Europeia.
Em debate estarão ainda aspectos da educação médica latino- americana e a medicina pública e privada, num evento que contará com a presença do embaixador de Portugal na Venezuela, Vasco Bramão Ramos.

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