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Moçambique e Angola terão segundo e terceiro maior PIB em 2004
- 19-Sep-2003 - 14:34
Moçambique e Angola registarão a segunda e terceira maior taxa real do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2004, apenas atrás do Chade, segundo as previsões contidas no relatório de 2003 do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Dos 51 países analisados - ficam de fora do continente africano o Egipto, Líbia e República Árabe Sarauí Democrática (RASD) - o Chade terá em 2004 uma taxa de crescimento recorde do PIB, com 42,4 por cento, seguindo-se Moçambique, com 11,9 pc, e Angola, com 11,1 pc.
No relatório, em que Libéria e Somália, apesar de referenciados, não estão contemplados com quaisquer dados, Cabo Verde ocupa a 24º posição, com uma taxa de crescimento real do PIB de 5,1 pc, seguido por São Tomé e Príncipe, no 26º lugar, com 5 pc.
A Guiné-Bissau ocupa o último lugar entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), ao fixar-se na 40¦ posição, com a previsão de uma taxa real de crescimento do PIB de 3,3 pc em 2004.
Segundo o documento do FMI, a previsão média da taxa real de crescimento de África para 2004 situa-se nos 5,1 pc. Assim, acima da média estão Moçambique e Angola, precisamente nesse nível situa-se Cabo Verde, enquanto São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau estão abaixo.
O relatório do FMI, que será analisado na próxima reunião anual conjunta com o Banco Mundial (BM), marcada para o Dubai a 24 e 25 deste mês, dá conta da evolução das taxas reais de crescimento desde 1995, indicando uma estimativa da atingida em 2002 e perspectivando a de 2003.
Segundo as estimativas do FMI, a taxa média de crescimento vai continuar a tendência já evidenciada a partir de 2002, quando, depois de descer dos 3,7 pc registados em 2001 para os 3,3 pc estimados para 2002, começou a recuperar, prevendo-se para este ano que atinja os 3,7 pc.
As duas últimas posições das previsões para 2004, retirando a Libéria e Somália, são o Gabão (48º lugar, com 1,7 pc) e a Suazilândia (49¦ com 1,6 pc).
Moçambique, que obteve uma taxa real de crescimento entre 1985 e 1994 de 4,0 pc e, até 2003, sofreu altos e baixos, evoluindo sucessivamente da seguinte forma: 4,3 pc (1995), 7,1 pc (1996), 11,1 pc (1997), 12,6 pc (1998), 7,5 pc (1999), 1,5 pc (2000), 13,0 pc (2001), 7,7 pc (2002) e 7,0 pc (2003).
Seguindo o mesmo método, Angola, por seu lado, teve uma taxa média de crescimento negativa entre 1985 e 1994 de -1,5 pc, passando, a partir de 1995, sempre a contar com valores positivos.
Nesse ano, Angola registou uma taxa de 10,4 pc, tendo, a partir daí evoluído da forma seguinte: 11,2 pc (1996), 7,9 pc (1997), 6,8 pc (1998), 3,3 pc (1999), 3,0 pc (2000), 3,2 pc (2001), 15,3 pc (2002) e 4,4 pc (2003).
Cabo Verde, cuja taxa média entre 1985 e 1994 do de 4,7 pc, registou, a partir de 1995 a seguinte evolução: 7,5 pc (1995), 5,5 pc (1996), 8,5 pc (1997), 8,0 pc (1998), 8,9 pc (1999), 6,6 pc (2000), 3,8 pc (2001), 4,6 pc (2002) e 5,0 pc (2003).
São Tomé e Príncipe registou uma taxa média de crescimento entre 1985 a 1994 de 0,8 pc, obteve os seguintes resultados: 2,0 pc (1995), 1,5 pc (1996), 1,0 pc (1997), 2,5 pc (1998 e 1999), 3,0 pc (2000), 4,0 pc (2001), 4,1 pc (2002) e 5,0 pc (2003).
A Guiné-Bissau, por fim, teve uma taxa média de crescimento real do PIB de 3,0 pc entre 1985 e 1994, evoluiu da forma seguinte: 4,4 pc (1995), 4,6 (1996), 5,5 pc (1997), -28,1 pc (1998, devido ao conflito militar), 8,0 pc (1999), 9,5 pc (2000), 0,2 pc (2001), -4,2 pc (2002) e 3,9 pc (2003).

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