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  Cabo Verde
«Esperar para ver, mas Henrique Rosa é uma esperança», diz Luís Cabral
- 24-Sep-2003 - 11:05

O primeiro chefe de Estado da Guiné-Bissau, Luís Cabral, defendeu hoje que é preciso "esperar para ver" o que dá a escolha dos novos presidente e primeiro-ministro interinos guineenses, sublinhando, contudo, que Henrique Rosa "é uma esperança".


Luís Cabral, exilado em Portugal depois de ter sido deposto em 1980 por um golpe de Estado liderado por João Bernardo "Nino" Vieira, sublinhou dispor de "pouca informação" sobre o que se está a passar nos últimos dias na Guiné-Bissau.

"Vamos esperar para ver. As coisas ainda estão escuras para mim, mas estou curioso em saber quem irá integrar o governo", afirmou Luís Cabral, que adiantou conhecer "mal" tanto Henrique Rosa como Artur Sanhá, escolhidos terça-feira pelo Comité Militar para a Restituição da Ordem Constitucional e Democrática (CMROCD) como presidente e primeiro-ministro da transição guineense.

Luís Cabral adiantou, contudo, que se lembra "vagamente" de Artur Sanhá, "um miúdo que, como tantos outros" deixou a "tabanka" (aldeia) de Jabada (sul da Guiné-Bissau) para fazer os estudos primários e secundários em Bissau.

Quanto a Henrique Rosa, a garantia de o empresário ser apartidário e de estar próximo da Igreja Católica "constitui uma esperança" para todos os guineenses.

"Dá algumas esperanças a muita gente. Mas vamos aguardar mais uns dias até a situação ser clarificada", acrescentou Luís Cabral, que se escusou a opinar sobre a altura ideal para a realização de eleições gerais.

"Têm é de se realizar", concluiu Luís Cabral, que foi presidente da Guiné-Bissau desde 24 de Setembro de 1973, dia em que "Nino" Vieira leu a proclamação unilateral da independência da então província portuguesa da Guiné, até 14 de Novembro de 1980.

Neste dia, um golpe de Estado liderado por "Nino" Vieira derrubou o regime de Luís Cabral, irmão do "pai" da independência da Guiné e Cabo Verde, Amílcar Cabral, provocando a ruptura com a ala cabo-verdiana do PAIGC e pondo fim ao sonho da unidade entre os dois Estados.


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