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  Cabo Verde
Farmacêutica de Portugal
aposta forte em Cabo Verde

- 29-Sep-2003 - 16:18


Lançamento da primeira pedra será a 9 de Outubro com a presença de José Maria Neves

A farmacêutica portuguesa Labesfal vai investir em Cabo Verde 3,5 milhões de euros na construção de um novo edifício fabril, visando duplicar a produção de medicamentos genéricos, disse fonte da empresa portuguesa. Joaquim Coimbra, presidente do conselho de administração da Labesfal - Laboratórios Almiro, afirmou que através da INPHARMA, resultante de uma parceria luso-cabo-verdiana, a empresa vai continuar a apostar na produção de genéricos em Cabo Verde, excluindo os injectáveis, e "apostar no reforço da exportação para Moçambique, Angola e para os países francófonos da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).


"A nova unidade, cujo lançamento da primeira pedra ocorrerá a 9 de Outubro, com a presença do primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, vai permitir não só um acréscimo da capacidade produtiva, o aumento da qualidade, bem como da competitividade empresarial", acrescentou aquele responsável.

Uma vez que a Labesfal comemora o seu 10º aniversário a 1 de Outubro, "procurámos assinalar esta data histórica com o lançamento da primeira pedra do novo edifício neste país", assinalou ainda Joaquim Coimbra.

O aumento da capacidade produtiva para o dobro, vai permitir à INPHARMA registar um volume de negócios em Cabo Verde de 5 milhões de euros em 2005, contra os 2,8 milhões que serão alcançados em 2003.

Com a entrada em funcionamento da nova unidade fabril, a exportação de genéricos para Angola, Moçambique e para os países da CEDEAO vai permitir obter uma facturação que rondará 1,5 milhões de euros.

Em Cabo Verde, a INFARMA produz fórmulas sólidas (cápsulas e comprimidos) e líquidas (xaropes, pomadas e cremes).

Os laboratórios farmacêuticos Labesfal, com sede em Campo de Besteiros, distrito de Viseu (Centro de Portugal), têm vindo a assumir- se no mercado internacional com uma forte presença no Brasil, Espanha, Angola, Moçambique e Argentina.

A empresa internacionalizou-se para o mercado brasileiro através da farmacêutica Laboris Brasil, tendo começado a partir deste mês e até ao final do ano, a introduzir 20 medicamentos genéricos (cardio-vasculares e de gastroentereologia), fabricados localmente.

A Laboris Brasil, instalada desde há dois anos no Rio de Janeiro, envolveu um investimento de 8,2 milhões de euros. É detida em 60 por cento pela Laboris Portugal, sendo os restantes 40 por cento participados por parceiros brasileiros.

O capital da Laboris Portugal é detido em partes iguais pela Labesfal - Laboratórios Almiro, e pelos Laboratórios Azevedo, que possuem também uma unidade de produção de alta tecnologia no sector farmacêutico, na Amadora, arredores de Lisboa.

No Brasil, os genéricos representam por 7,8 por cento da participação nas vendas da indústria de medicamentos, segundo dados obtidos até Maio deste ano, e divulgados pela associação brasileira Pró Genéricos. Actualmente, há 38 empresas a produzirem genéricos no Brasil.

Os laboratórios Labesfal estão também na Argentina, onde são especialistas em medicamentos de oncologia e para tratamento da SIDA.

Neste país, operam com a empresa FILAXIS, onde possuem uma participação de 20 por cento do capital, estando o restante detido por accionistas europeus.

A unidade fabril na Argentina foi comprada ao grupo Serono, devendo fechar este ano com um volume de negócios de 13 milhões de euros, o que representa "um acréscimo importante" face ao ano anterior, realçou Joaquim Coimbra. A Labesfal está ainda a preparar o reforço da sua posição nos laboratórios no Leste da Europa.

A Polónia e a República Checa são as fortes apostas, disse o presidente da empresa farmacêutica.

O grupo Labesfal emprega actualmente 360 trabalhadores e regista uma facturação anual em medicamentos de 40 milhões de euros.

Os genéricos têm "um peso crescente" no volume de negócios, acentuou o presidente da empresa portuguesa.


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