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  Cabo Verde
Mindelo-Capital Lusófona da Cultura fecha com musica e pirotecnia
- 1-Oct-2003 - 22:25

Um espectáculo de pirotecnia e música assinala no final deste ano em Cabo Verde o encerramento da iniciativa Mindelo - Capital Lusófona da Cultura, um estatuto que será assumido a seguir pela cidade brasileira de Salvador.


Para o espectáculo de encerramento, a organização espera poder recriar o espectáculo da passagem do Ano Novo Chinês em Macau, mas para isso continua a aguardar uma resposta positiva deste membro da União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas (UCCLA).

Independentemente da colaboração de Macau, Mindelo-Capital Lusófona da Cultura encerrará com um espectáculo de pirotecnia e musical, revelou à Agência Lusa a vereadora da cultura da Câmara Municipal de S. Vicente, Maria Miguel Estrela.

"O interesse em fazer o espectáculo com Macau é por ser uma cidade que também faz parte da UCCLA, e que detinha o estatuto antes do Mindelo, porque são especialistas neste domínio, e mostraram disponibilidade para isso", explicou a autarca.

Para a eventualidade de não se confirmar a realização do espectáculo de transição de ano à maneira macaense, prevista para a Baía do Porto Grande, a Câmara Municipal de S. Vicente já encetou contactos para encontrar alternativas.

Se Macau não estiver presente, é intenção recorrer aos meios locais para a sua realização, embora os recursos para o fogo de artifício tenham de ser deslocados do estrangeiro.

No âmbito do programa do evento, até ao final do corrente ano, a Câmara Municipal de S. Vicente vai proceder ao lançamento de dois livros infanto-juvenis, seleccionados por concurso de inéditos.

Em Outubro será lançada o conto vencedor, "Princesa Laginha", da autoria da jovem de 18 anos Ineida Kenia. Em Dezembro será a vez do segundo classificado, "Ninguim, o Pirata", de Luís Rodrigues.

O conto vencedor será também objecto de um workshop de movimento e drama para crianças, cujos resultados serão apresentados no lançamento da obra.

Na programação infanto-juvenil, que mereceu uma especial atenção de Mindelo-Capital Lusófona da Cultura, serão realizados outros workshops ligados à expressão plástica, tecelagem, fotografia e música.

Em Dezembro será realizada também uma feira de artesanato com artífices de S. Vicente, que terá um "enquadramento pedagógico muito forte", para que crianças e estudantes possam observar e apreender algumas técnicas utilizadas na execução.

"Este grande investimento nos jovens e nas crianças tem a ver com o nível etário da população de S. Vicente (65 por cento com menos de 25 anos), mas também com o interesse em formar públicos, para desenvolver o gosto pelas actividades culturais", referiu Maria Miguel Estrela.

Igualmente estão em execução pequenos projectos de animação, apresentados por agentes locais, e que assumem grande importância por serem descentralizados, fazendo chegar assim os efeitos do evento a praticamente toda a ilha de S. Vicente.

Espectáculos de teatro, dança, ilusionismo, música, ateliers de modelação, tem vindo a ser realizados em locais onde habitualmente não chega qualquer iniciativa deste tipo, como são os casos das aldeias de Calhau, Madeiral, S. Pedro e Salamança.

"Isto tem aproximado muito as pessoas do projecto, embora não tenham impacto mediático", salientou a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de S. Vicente.

Mindelo - Capital Lusófona da Cultura abriu em Novembro de 2002 com um grande espectáculo de rua, a ópera "Crioulo", com música de Vasco Martins e criação coreográfica de António Tavares.

No espectáculo, com mais de uma centena de integrantes, participaram músicos e bailarinos, um coro cabo-verdiano, e o Coro de Câmara de Lisboa.

Outro dos destaques da programação foi o "Festival Clássico", em Junho passado, patrocinado pela UCCLA e Câmara de Lisboa, com a participação dos portugueses Carlos do Carmo, Maria João e Mário Laginha, Pedro Burmester, Madredeus, a companhia de dança de Olga Roriz, e o grupo do luso-cabo-verdiano Sérgio Figueira.

A cidade portuguesa de Guimarães também teve um significativo envolvimento com a Cidade do Mindelo neste programa, participando em acções ligadas à conservação e recuperação do património histórico edificado.

Segundo Maria Miguel Estrela, apesar de algumas manifestações de interesse, não foi possível até ao momento concretizar acções com as cidades membros da UCCLA do Brasil, Angola, Moçambique, Guiné- Bissau, S. Tomé e Príncipe e Macau.

"As expectativas de participação de outras cidades já não são grandes, e já não estamos à espera", afirmou a autarca, aludindo ao facto de já só faltarem três meses para o encerramento do programa.

No entanto, a presença de Macau no espectáculo de fim de ano mantêm-se como uma esperança, mas terá de haver certezas em breve pois os meios logísticos a deslocar para Cabo Verde exigem uma preparação prévia, e tempo para chegarem.

De certo modo ficaram goradas as expectativas iniciais da organização de Mindelo - Capital Lusófona da Cultura, que apostava numa programação feita "passo-a-passo", com o contributo das cidades membros da UCCLA, em especial das de Portugal e do Brasil.

Em relação ao Brasil essas expectativas centravam-se nas "fortes ligações afectivas" existentes com Mindelo e Cabo Verde, e também por ser Salvador a próxima cidade a receber a "chave" da Capital Lusófona da Cultura.

Mais uma vez se confirmou ser de Portugal, especialmente a Câmara de Lisboa, o principal impulsionador, com artistas e meios financeiros, para a UCCLA, uma organização de mais de duas dezenas de cidades-capitais, e de outras tantas empresas e instituições apoiantes.


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