As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cabo Verde
Governo de transição sem nomes mais conhecidos da política
- 2-Oct-2003 - 14:15

O governo de transição na Guiné- Bissau, cujo elenco deverá ser conhecido nas próximas horas, não vai ter figuras de primeira linha da política do país.


Depois de ter reunido com os líderes dos 23 partidos que assinaram a Carta de Transição Política (CTP), que vai nortear o Governo de Transição pós golpe militar de 14 de Setembro, o primeiro- ministro, Artur Sanhá, deverá, hoje, anunciar os seus 11 ministros e cinco secretários de Estado.

Fontes partidárias disseram à Agência Lusa que os principais partidos não indicaram a Sanhá nenhum dos nomes mais sonantes das suas fileiras para integrar o novo executivo.

O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), pela voz do seu presidente, Carlos Gomes Júnior, foi o primeiro a anunciar que não integrará o elenco governamental de transição.

Outro partido que já anunciou publicamente a decisão de ficar de fora foi o Partido Unido Social Democrata (PUSD), do ex-primeiro ministro, Francisco Fadul.

Também a Plataforma Unida (PU), de Victor Mandinga e Hélder Vaz, indicou duas figuras pouco conhecidas para o governo de Artur Sanhá, que, ao contrário do esperado elenco governamental, chega ao poder a partir do cargo de secretário-geral do Partido da Renovação Social(PRS), que ganhou as eleições em 1999 e foi fundado pelo deposto presidente Kumba Ialá.

O mesmo PRS que se bateu pela exclusão da alínea 4 do Artigo 11º da CTP, que impede líderes e dirigentes partidários de se candidatarem às eleições pós período de transição se participarem no governo de transição.

Na terça-feira, o Conselho Nacional de Transição (CNT), que inclui os 25 elementos do comité militar que protagonizou a destituição de Kumba Ialá, 23 partidos e oito organizações da sociedade civil, votou favoravelmente pela manutenção da alínea 4 do Artigo 11º.

Esta decisão foi responsável pela esperada "exclusão" de figuras da primeira linha da política guineense do executivo de Sanhá.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design Portugal Algarve por NOVAimagem