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Governo de transição sem nomes mais conhecidos da política
- 2-Oct-2003 - 14:15
O governo de transição na Guiné- Bissau, cujo elenco deverá ser conhecido nas próximas horas, não vai ter figuras de primeira linha da política do país.
Depois de ter reunido com os líderes dos 23 partidos que assinaram a Carta de Transição Política (CTP), que vai nortear o Governo de Transição pós golpe militar de 14 de Setembro, o primeiro- ministro, Artur Sanhá, deverá, hoje, anunciar os seus 11 ministros e cinco secretários de Estado.
Fontes partidárias disseram à Agência Lusa que os principais partidos não indicaram a Sanhá nenhum dos nomes mais sonantes das suas fileiras para integrar o novo executivo.
O Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), pela voz do seu presidente, Carlos Gomes Júnior, foi o primeiro a anunciar que não integrará o elenco governamental de transição.
Outro partido que já anunciou publicamente a decisão de ficar de fora foi o Partido Unido Social Democrata (PUSD), do ex-primeiro ministro, Francisco Fadul.
Também a Plataforma Unida (PU), de Victor Mandinga e Hélder Vaz, indicou duas figuras pouco conhecidas para o governo de Artur Sanhá, que, ao contrário do esperado elenco governamental, chega ao poder a partir do cargo de secretário-geral do Partido da Renovação Social(PRS), que ganhou as eleições em 1999 e foi fundado pelo deposto presidente Kumba Ialá.
O mesmo PRS que se bateu pela exclusão da alínea 4 do Artigo 11º da CTP, que impede líderes e dirigentes partidários de se candidatarem às eleições pós período de transição se participarem no governo de transição.
Na terça-feira, o Conselho Nacional de Transição (CNT), que inclui os 25 elementos do comité militar que protagonizou a destituição de Kumba Ialá, 23 partidos e oito organizações da sociedade civil, votou favoravelmente pela manutenção da alínea 4 do Artigo 11º.
Esta decisão foi responsável pela esperada "exclusão" de figuras da primeira linha da política guineense do executivo de Sanhá.

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