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Cabo Verde
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Surto de paludismo já está controlado
- 2-Oct-2003 - 22:31
O surto de paludismo registado desde Julho em Cabo Verde está controlado, e há algum tempo que não são referenciados novos casos, revelou o delegado de saúde da Cidade da Praia.
"Há mais de 10 dias que os serviços de saúde não detectam qualquer caso, pelo que julgamos a situação controlada, embora mantendo operacionais a estratégia e toda a estrutura de prevenção, controlo e combate", adiantou Jorge Figueiredo.
Os registos indicaram 22 casos no total ao longo de 2003, sendo 11 autóctones e 11 importados, estando estes últimos "na origem" dos primeiros, garantiu aquele responsável, citando os resultados do acompanhamento dos mesmos feito pelos serviços de saúde.
Jorge Figueiredo precisou a origem dos casos importados, adiantando que se referem a indivíduos oriundos de países da África Ocidental, e especificando que "todos os casos autóctones foram registados na Cidade da Praia", capital do arquipélago.
O delegado de saúde do município da Praia explicou que o controlo da situação tem sido conseguido "graças à estratégia e à estrutura montadas, e que funcionam a tempo inteiro", avançando que a prevenção e o combate ao paludismo é "uma preocupação permanente das autoridades" cabo-verdianas.
"Cabo Verde erradicou há já alguns anos o vector da doença, o mosquito Anopheles Gâmbia, mas os cuidados nunca foram descurados, principalmente tendo em conta a proximidade do país ao continente africano onde o paludismo é endémico" observou Jorge Figueirdo.
O delegado de saúde da Praia, a zona do país mais propensa ao desenvolvimento do vector palúdico, explicou que o Ministério da Saúde mantém equipas permanentes de controlo de focos, o que, no seu entender, "reflecte a preocupação que se tem em relação à doença".
De acordo com Jorge Figueiredo, também são feitos controlos apertados dos portos e aeroportos, devido à necessidade de identificar, "o mais precocemente possível", os casos importados, para além de uma "articulação permanente" com os hospitais para acompanhamento dos doentes.
"A identificação de qualquer caso, autóctone ou eventualmente importado, é seguido de uma visita imediata ao local da sua detecção, onde procuramos saber se há mais indivíduos doentes e fazemos uma desinfecção a fundo, com vista a cortar a via de circulação do parasita", avançou aquele responsável.
Explicou que, para além das poças de águas que se acumularam durante o período das chuvas (Julho a Setembro), os principais focos de mosquitos são os depósitos descobertos de água utilizados nas obras de construção civil, que constituem um "grande problema".
Nesse aspecto, o delegado de saúde destacou a colaboração que vem sendo prestada, de forma "cada vez mais activa", pelos serviços de fiscalização da Câmara Municipal da Praia, e que tem estado a "combater eficazmente" esse problema.

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