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  Brasil
Artur Sanhá garante gestão rigorosa e eleições em seis meses
- 3-Oct-2003 - 15:06

O primeiro-ministro do Governo de Transição na Guiné-Bissau garantiu hoje, no seu primeiro discurso oficial, dar prioridade máxima à "gestão rigorosa dos recursos do Estado".


Discursando na cerimónia de tomada de posse dos 11 ministros e cinco secretários de Estado do Governo de Transição, Artur Sanhá vincou ainda a urgência de dar seguimento a duas questões fundamentais: realizar eleições num prazo de seis meses e pagar os salários em atraso na função pública.

Para o executivo que vai liderar num período de seis meses, Artur Sanhá exige a "reconquista da credibilidade interna e externa" da Guiné-Bissau, país que assistiu a um golpe militar a 14 de Setembro que pôs fim ao regime do presidente Kumba Ialá.

"A tarefa de recuperar a imagem interna e externa do país é uma acção para repor os danos causados pelo Governo - liderado por Mário Pires - dito de iniciativa presidencial", nomeado por Kumba Ialá em Novembro de 2002, depois de dissolver o Parlamento.

Sanhá quer ainda, segundo afirmou no discurso, "adoptar medidas tendentes ao saneamento das finanças públicas" e "alargar as relações de cooperação com os países e instituições internacionais que são parceiros de longa data".

O chefe do executivo guineense garantiu que a sua conduta será delineada pelos "parâmetros estabelecidos na Carta de Transição Política (CTP)", que constitui a tábua maior das leis do Estado para o período de transição hoje oficialmente iniciado com a tomada de posse do governo.

Artur Sanhá lançou um apelo aos guineenses de "solidariedade, compreensão, inter-ajuda e tolerância" para os tempos difíceis que se avizinham.

Num momento dedicado às Forças Armadas, que protagonizaram o golpe de Estado de 14 de Setembro, Sanhá defendeu que "a forma como decorreu o golpe - sem violência - demonstra a maturidade da classe castrense guineense".

"É preciso frisar que, apenas duas semanas depois do golpe, regressaram às casernas mostrando o seu desapego ao poder. É um exemplo, se calhar o único, em África e mesmo no mundo", sublinhou.

Nesta cerimónia de tomada de posse do novo governo estiveram apenas, da parte da comunidade internacional, o embaixador do Brasil, Artur Mayer, o representante do Secretário Geral da ONU em Bissau, David Stephen, e delegado da União Europeia, António Martins.


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