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AULP quer criar «espaço lusófono» do ensino superior e investigação
- 6-Oct-2003 - 21:26
A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) anunciou hoje em Macau que vai propor a criação do "espaço lusófono" do ensino superior e da investigação científica no seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Segundo o secretário-geral da AULP, Alarcão Troni, a associação, reunida até sexta-feira em Macau, está a preparar os princípios orientadores de duas convenções a propor à cimeira de chefes de Estado e de Governo da CPLP, que se realizará em São Tomé e Príncipe, em 2004.
"Pretendemos criar no mundo lusófono um programa semelhante ao Erasmus em que possa haver mobilidade de estudantes, docentes e investigadores, em que haja reconhecimento dos diplomas e currículos das universidades e institutos superiores de todos os oito países de língua portuguesa e, se houver vontade das autoridades, de Macau", afirmou Alarcão Troni.
Por outro lado, continuou, no caso da investigação científica a AULP quer "criar um sistema de informações em rede entre as instituições de investigação da lusofonia".
Da reunião de Macau sairá também, segundo Alarcão Troni, um "grupo de missão com o objectivo de criar uma universidade virtual de língua portuguesa, que passará a orientar mestrados e doutoramentos reconhecidos em todo o espaço lusófono".
Alarcão Troni disse ainda que as convenções a serem propostas à cimeira da CPLP estão em "sintonia" com os princípios de harmonização dos cursos definidos em Bolonha e estão a ser seguidos por todos os associados da AULP.
O Conselho de Administração da AULP aprovou hoje a adesão à associação, como associados, do Instituto de Formação Turística de Macau, Instituo Português do Oriente, Associação para a Promoção da Instrução dos Macaenses, Fundação Minerva e Universidade de Porto Alegre.
Além do Conselho de Administração da AULP estiveram ainda reunidos em Macau os conselhos de reitores das Universidades e dos presidentes dos Institutos Politécnicos.
A partir de terça-feira, o ensino da língua portuguesa no mundo, especialmente na região Ásia-Pacífico, será um dos temas principais do XIII Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa.
Cerca de 130 dirigentes universitários e de institutos politécnicos de língua portuguesa vão também discutir até sexta-feira a mobilidade dos estudantes na Ásia-Pacífico e na Europa, o ensino superior em Macau e a uniformização dos cursos na Europa.
O encontro de Macau encerra com uma palestra proferida pelo embaixador de Portugal na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), José Augusto Seabra.
A CPLP é formada por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

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