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Portugal garante continuidade no apoio ao país
- 7-Oct-2003 - 15:42
Portugal vai continuar a cooperar com a Guiné-Bissau nos domínios considerados importantes pelas autoridades guineenses, disse hoje o embaixador português, António Jacob de Carvalho.
Em declarações à imprensa a saída de uma audiência com o presidente da República interino da Guiné-Bissau, Henrique Rosa, o embaixador português manifestou a disponibilidade do governo de Lisboa em prosseguir com os apoios, bastando que "Bissau indique os domínios onde a ajuda deve incidir".
O embaixador Jacob de Carvalho sublinhou a disponibilidade de Portugal, referindo-se ao anúncio feito a semana passada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros português.
Martins da Cruz prometeu sensibilizar a União Europeia no sentido de mobilizar fundos para o pagamento de salários aos funcionários públicos guineenses que já não recebem ordenados, em certos casos, há um ano.
De acordo com o embaixador Jacob de Carvalho, e pelas indicações recebidas de Lisboa, o ministro Martins da Cruz já abordou o comissário europeu para as Relações Externas, Chris Patten, no último Conselho Geral da UE, quanto à questão de ajuda pontual e directa à Guiné-Bissau.
Em causa, recorde-se, está a mobilização, junto da União Europeia, de uma verba de cerca de 10 milhões de euros, que seriam destinados exclusivamente para o pagamento de salários em atraso, tanto aos funcionários públicos civis como aos militares.
Além do embaixador de Portugal, o novo presidente da República da Guiné-Bissau recebeu hoje os embaixadores da França, do Brasil, da China, de Cuba, e do Senegal.
A nova situação vigente na Guiné-Bissau, decorrente do golpe de Estado militar do passado dia 14 de Setembro e a vontade das novas autoridades guineenses em verem reforçados os laços de cooperação com estes países, foram os temas principais das conversas.
Para quarta-feira, o presidente Henrique Rosa deverá receber, em audiências separadas, os embaixadores da Nigéria, da Líbia, da Rússia, do Egipto, Guiné-Conacri e da Palestina, bem como o representante do secretário-geral da ONU, na Guiné-Bissau, David Stephen, e o delegado da União Europeia, António Moreira Martins.

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