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Cabo Verde
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PAICV quer consolidar posições nas autárquicas
- 7-Oct-2003 - 15:45
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder) pretende nas eleições autárquicas "consolidar as posições já conseguidas e mobilizar as estruturas para ganhar onde não conseguiu vencer em 2000".
A afirmação é o vice-presidente do PAICV e coordenador das autárquicas, Basílio Ramos, que sustenta que seu partido tem privilegiado o diálogo com as estruturas de base com vista a uma maior transparência e democracia na formação das listas que irão concorrer nas autárquicas de 2004, aos 17 concelhos do país.
Antigo presidente da Câmara Municipal do Sal e actual Ministro da Saúde, o dirigente do PAICV disse que o partido adoptou o princípio de realização de eleições primárias - modelo consagrado nos Estatutos desde do último congresso, este ano - de forma a que todos os que achem que têm condições para concorrer o possam fazer.
Os cabeças-de-lista estão definidos em quase todos os concelhos, exceptuando nomeadamente Santa Catarina, na ilha de Santiago, de onde saiu José Maria Neves, líder do PAICV, para assumir as funções de Primeiro Ministro.
Os presidentes das câmaras da Cidade da Praia (Felisberto Vieira), Santa Cruz (Orlando Sanches), São Filipe (Eugénio Veiga) e Brava (Camilo Gonçalves) vão às urnas tentar a reeleição.
Em concelhos em que venceu nas últimas eleições, o PAICG apresenta, no Sal, a deputada Sara Lopes e, nos Mosteiros, Fernandinho Teixeira, que já substituíra Júlio Correia quando este assumiu o cargo de ministro do Trabalho e Solidariedade.
Para os concelhos em que o PAICV não venceu em 2000, actualmente liderados por autarcas independentes ou do Movimento para a Democracia (MpD), apenas não está escolhido o candidato para a Ilha do Maio. Para São Domingos, outro desses concelhos, o PAICV poderá apoiar uma lista de independentes.
Vera Almeida (Paul), Rosa Fortes (Porto Novo), Antero Coelho (Ribeira Grande), Mário Matos (São Vicente), António Soares (São Nicolau), João Pereira Silva (Boa Vista), Manuel Monteiro (São Miguel) e Florêncio Varela (Tarrafal) são candidatos que se apresentam pela primeira vez ao eleitorado.
Sobre a questão das coligações, apesar de ir sozinho em quase todas as Câmaras, o dirigente disse à Agência Lusa que o PAICV encara com naturalidade a junção de dois ou mais partidos para as eleições de 2004, e afirma que é um sinal de que a democracia no país está a ganhar maturidade.
Por seu turno, Rui Figueiredo Soares, coordenador das eleições autárquicas do MpD, partido que governou o país entre 1991 e 2001, escusou-se a abordar o assunto com a Agência Lusa, alegando que não havia mais novidades do que aquelas divulgadas publicamente em finais de Agosto.
Para a Câmara da Praia, autarquia da capital do país, a aposta é no vice-presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, que já foi Ministro das Finanças.
José Pinto Almeida (Boa Vista), Fernando Jorge Borges (S. Domingos), Américo Silva (Paúl), Orlando Dias (Santa Cruz), Lourenço Lopes (Mosteiros) e Amadeu Cruz (Porto Novo) são outros candidatos já escolhidos.
José Pinto Almeida, Fernando Jorge Borges e Américo Silva concorrem à própria sucessão. A estes nomes junta-se o da independente Isaura Gomes, apresentada há alguns meses como candidata do MpD à Câmara Municipal de S. Vicente, o segundo mais importante município do arquipélago e onde, até agora, as listas de independentes se têm sobreposto às dos partidos.
Quanto aos pequenos partidos, alguns deles tem procurado criar uma coligação para concorrer ás autárquicas, que a médio prazo se constitua numa terceira via política em Cabo Verde, para combater a bipolarização do PAICV e MpD.
O Partido da Convergência Democráticas (PCD), o Partido do Trabalho e Solidariedade (PTS) e o Partido da Renovação Democrática (PRD) tem encetado contactos na procura de entendimentos.
Os pequenos partidos estudam também as possibilidades de apoiar listas independentes que se apresentem às próximas eleições autárquicas, previstas para o primeiro trimestre de 2004.

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