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Literatura Africana de língua portuguesa junta especialistas
- 8-Oct-2003 - 14:25
O Congresso Internacional de Literaturas Africanas de expressão portuguesa, considerado o maior evento de sempre sobre o tema, reúne a partir de hoje e até Sábado, na Universidade de Coimbra (UC), cerca de 150 especialistas.
O congresso, intitulado "Cinco Povos, Cinco Nações", junta em Coimbra críticos, estudiosos, professores e tradutores, oriundos da África lusófona e de países como a França, Espanha, Inglaterra e EUA, entre outros, que irão debater questões relacionadas com os períodos e géneros literários, as lutas de libertação nacional ou a pós- independência.
Etnias e raças, bem como a temática feminina em literaturas marcadas pelo carácter periférico são outras das temáticas a analisar pelos participantes na iniciativa, que decorrerá no auditório da Reitoria da UC e na Faculdade de Letras (FLUC).
Está prevista também a participação de autores de países africanos de expressão portuguesa, sendo os escritores angolanos os que registam o maior número de presenças (cerca de dezena e meia), nomeadamente João Maimona, Fernando Kafukheno, José Luís Mendonça e Luís Kandjimbo.
Em declarações à Lusa, o professor universitário da FLUC e coordenador da comissão organizadora, José Luís Pires Laranjeira, frisou que o congresso pretende reunir "o máximo possível de pessoas, independentemente da ideologia e das opções críticas", para discutir um leque abrangente de temas.
Ainda segundo Pires Laranjeira, um dos objectivos do congresso passa pela publicação de um livro "que se transforme numa obra de referência na divulgação das literaturas africanas de língua portuguesa".
Além das comunicações, do programa do congresso consta uma homenagem a diversas personalidades de cada um dos países africanos, nomeadamente Agostinho Neto e Eugénia Neto - viúva do estadista - (Angola), Baltasar Lopes (Cabo Verde), Vasco Cabral (Guiné-Bissau), José Craveirinha (Moçambique) e Francisco José Tenreiro (São Tomé e Príncipe).
Quinta-feira decorre no Teatro Académico de Gil Vicente, um espectáculo com o músico brasileiro Marco Tureta, em que este apresenta uma peça de 14 minutos composta para o congresso, intitulada "Povos e Nações".
No Sábado, numa mesa-redonda organizada com a Associação 25 de Abril, escritores africanos e portugueses a par com Vasco Lourenço, Pezarat Correia e David Martelo debatem "O 25 de Abril e a Construção da Lusofonia: Uma Perspectiva Cultural".
Exposições de fotografias sobre Luanda, acerca do percurso de Agostinho Neto, e de quadros pintados por crianças brasileiras de uma favela, uma feira do livro de autores africanos lusófonos e um espectáculo pela "Cena Lusófona" e "A Escola da Noite" são outras iniciativas previstas.
O congresso, que conta com a presença do vice-ministro da Cultura de Angola, Virgílio Coelho, é organizado pelo Instituto de Língua e Literatura Portuguesas da FLUC, Sociedade da Língua Portuguesa e GIRAFA (Grupo Informal de Investigação e Reconhecimento da África Antiga e Actual), com a colaboração da União de Escritores Angolanos e a Cooperativa ETNIA.

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