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Cabo Verde
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Primeiro-ministro diz que consegue também ser Ministro das Finanças
- 20-Oct-2003 - 19:42
José Maria Neves, primeiro- ministro de Cabo Verde, afirmou que não será um ministro das Finanças em \"part-time\", pasta que passa a acumular a partir de hoje.
Após prestar juramento como titular do cargo, em substituição do exonerado Carlos Burgo, José Maria Neves sublinhou que irá dedicar à pasta das finanças \"toda a atenção\" que ela merece.
\"Haverá da minha parte tempo e disponibilidade suficientes para trabalhar como primeiro-ministro e ministro das Finanças, Planeamento e Desenvolvimento Regional, pois tenho reservas para dar resposta às minhas responsabilidades\", prometeu, após a posse conferida pelo presidente da República, Pedro Pires.
Sobre a saída de Carlos Burgo, o chefe de governo cabo- verdiano reafirmou que \"não houve qualquer problema político que tivesse levado ao seu pedido de demissão\", adiantando que tal ficou a dever-se a \"razões pessoais suficientemente razoáveis\" para serem atendidas.
José Maria Neves voltou a enaltecer os méritos do antigo ministro das Finanças, Planeamento e Desenvolvimento Regional, que considerou ser \"um dos maiores macro-economistas do país\", e que \"fez um trabalho extraordinário\" enquanto membro do governo.
Por isso, garantiu que as políticas implementadas pelo ministro cessante vão \"continuar a ser seguidas rigorosamente, na linha da consolidação orçamental e da contenção das despesas públicas, para além do rigor e da transparência, enquanto factores fundamentais para a competitividade da economia\" do arquipélago.
\"Para nós, a estabilidade macro-económica é um elemento essencial para a construção da competitividade da economia cabo- verdiana, para o crescimento e para a geração de emprego\", defendeu José Maria Neves, que preconizou \"muita prudência\" na gestão orçamental do país.
Referindo-se ao secretário de Estado João Serra, também empossado hoje, o primeiro-ministro afirmou que será o \"homem forte das finanças em Cabo Verde\", afastando, no entanto, a ideia de que vai ser na prática, o verdadeiro ministro das Finanças.
Presente no acto de posse esteve o ministro cessante das Finanças, Planeamento e Desenvolvimento Regional, Carlos Burgo, mas não o seu adjunto, Manuel Frederico, a quem José Maria Neves se referiu como estando a ultimar, \"neste momento\", a proposta de Orçamento Geral de Estado que será apresentada ainda hoje ao parlamento.
Abordado pela imprensa, o antigo ministro das Finanças escusou- se a falar sobre a sua demissão, adiantando que, neste momento, apenas pretendia desejar \"sucessos ao governo e ao novo membro\" que acabava de ser empossado.
João Serra, por seu lado, prometeu \"todo o empenho\" nas novas funções, acrescentando apenas \"lamentar\" ter deixado a meio o trabalho que vinha desenvolvendo como presidente do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), cargo que abandonou para integrar o governo.

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