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  Cabo Verde
Três maiores partidos do conselho querem legislativas em Janeiro
- 23-Oct-2003 - 18:46

Os três maiores partidos representados no Conselho Nacional de Transição (CNT), da Guiné-Bissau, defendem que as eleições legislativas se realizem em Janeiro de 2004.


A Carta de Transição Política (CTP), baliza legal para o período político de transição pós-golpe militar de 14 de Setembro passado, determina que as legislativas deverão ser realizadas até Março de 2004.

Mas a Comissão Nacional de Eleições (CNE) propôs, em carta enviada ao CNT no passado dia 17, a realização do escrutínio em Janeiro, considerando que está tudo pronto.

Falta agora que o CNT se pronuncie, dado tratar-se do órgão que substitui o parlamento durante o período de transição.

Para o Partido da Renovação Social (PRS), vencedor das eleições de 1999, fundado pelo deposto presidente Kumba Ialá e a que pertence o actual primeiro-ministro de transição, Artur Sanhá, "faz todo o sentido que as eleições sejam em Janeiro".

Certório Bioté, representante do PRS no conselho de transição, entende que "quanto mais rápido acontecerem as eleições melhor será para o país" e "ficámos entusiasmados com o anúncio feito pela CNE".

Esta posição do PRS colide, de alguma forma, com a do primeiro ministro e até há pouco tempo secretário geral do partido, Artur Sanhá, que disse publicamente que "seis meses - se as eleições forem em Março - é pouco se o governo quiser fazer mais que pagar salários e organizar as eleições".

Para o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), "a opinião da CNE enquadra-se naquilo que está estipulado na Carta de Transição Política" que diz que as eleições devem ser realizadas no prazo de seis meses.

Francisco Benante, ex-líder PAIGC e actualmente seu representante no CNT, "as eleições podem, por isso, ocorrer desde já em Novembro e até Março, que é quando termina o período plasmado no documento".

"Neste momento só falta a vontade política porque a Comissão Nacional de Eleições já disse que estão reunidas as condições técnicas para que se possa avançar para as eleições", adiantou Benante.

O dirigente do PAIGC defende que "de modo algum se pode dizer que a actual situação da Guiné-Bissau é normal antes que se realizem as eleições, onde o povo decidirá quem deve governar".

Lucas Soares, da coligação Plataforma Unida (PU), subscreve o parecer da CNE sobre a realização das eleições em Janeiro e garante que a coligação "tudo fará dentro do conselho de transição para que isso possa ser uma realidade".

Para a PU, "só uma decisão contrária do CNT é que pode levar a que as eleições não sejam realizadas em Janeiro de 2004".

Para além destas três organizações, também o Partido Unido Social Democrata (PUSD), do antigo primeiro-ministro Francisco Fadul, pretende que as legislativas "tenham lugar num prazo de 90 dias", que coloca esta possibilidade mesmo antes do final do corrente ano.

Há ainda cerca de uma dezena de pequenos partidos, entre 24, que já demonstram estar de acordo com a realização das eleições antes do final do prazo limite escrito na Carta de Transição.


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