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Eduardo dos Santos aceita convite para visita oficial a Portugal
- 27-Oct-2003 - 14:34
O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, aceitou o convite do seu homólogo português, Jorge Sampaio, para visitar oficialmente Portugal, em data a marcar.
Por Eduardo Lobão
da Agência Lusa Luanda
O anúncio foi feito pelo próprio Eduardo dos Santos, no final da conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro português José Manuel Durão Barroso, após a audiência de 90 minutos que concedeu, em Luanda, ao chefe do governo português.
José Eduardo dos Santos acrescentou que a data da visita será agora marcada pelos canais diplomáticos dos dois países, tendo Durão Barroso feito votos para que a visita se efectue já em 2004.
A chegada de Durão Barroso à Cidade Alta, zona de Luanda onde está instalado o Palácio da Presidência, foi marcada por sinais inequívocos da confiança e simpatia que o primeiro-ministro português goza junto das autoridades angolanas.
à chegada ao Palácio Presidencial, Durão Barroso foi recebido à saída do carro oficial pelo chefe de Estado angolano, que o acompanhou na revista às companhias representativas dos três ramos das Forças Armadas Angolanas, depois da banda militar presente no local ter executado os hinos nacionais dos dois países.
Já na conferência de imprensa, José Eduardo dos Santos destacou a importância da visita de Durão Barroso, manifestando a esperança de que a mesma "possa dar um contributo significativo para as relações bilaterais".
"Pretendemos estabelecer com Portugal uma relação privilegiada", disse José Eduardo dos Santos, referindo que Angola "atravessa um período de profundas mudanças".
Alcançada a paz e a estabilidade "estão a ser tomadas decisões que se reflectirão no desenvolvimento", continuou.
O esforço de reabilitação de infra-estruturas em todo o território e a alteração da legislação económica foram os pontos das mudanças em curso sublinhados pelo presidente angolano.
"Os empresários portugueses são bem vindos, em todas as áreas", sintetizou.
Questionado sobre o que está a ser feito para resolver a situação dos antigos funcionários da administração colonial, actualmente cidadãos angolanos, Durão Barroso opinou que "não é útil para as relações entre dois Estados estar sistematicamente a reabrir questões do período colonial, para não envenenar as relações futuras".
"Existe um mecanismo para se atender a algumas situações. Não obstante, há boa vontade e existe um grupo de trabalho a acompanhar essas situações", sublinhou.
Relativamente à eventualidade de Portugal reabrir um período de legalização destinado a imigrantes angolanos, à semelhança do fez recentemente com cidadãos brasileiros, o primeiro-ministro português considerou "não ser possível a Portugal aceitar sem limitações novas correntes de imigração".
"A nossa capacidade de recepção é limitada, quando, ainda por cima, há aumento de desemprego", acrescentou.
A política do governo português a este respeito, garantiu, "é tratar bem os que já se encontram em Portugal".
Hoje à tarde, o primeiro-ministro português prossegue a visita oficial a Angola com uma deslocação à União dos Escritores Angolanos, em que procederá à oferta de uma biblioteca. Mais tarde visita obras, ainda em fase de lançamento, das novas instalações da Escola Portuguesa de Luanda.
à noite, Durão Barroso será homenageado com um jantar oferecido pelo seu homólogo angolano, Fernando Piedade Dias dos Santos "Nandó", com quem teve um almoço de trabalho.

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