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Divergências sobre calendário eleitoral
- 28-Oct-2003 - 14:55
As divergências sobre a calendarização das próximas eleições legislativas na Guiné-Bissau acentuaram-se nos últimos dias com o antigo partido no poder, o PRS, a contrariar o seu secretário-geral e actual primeiro-ministro do governo de transição, Artur Sanhá.
O PRS, Partido da Renovação Social do presidente deposto Kumba Ialá, defende que as eleições se realizem em Janeiro de 2004 enquanto o primeiro-ministro Artur Sanhá acaba de sentenciar publicamente que os seis meses previstos na Carta de Transição Política (CTP) são insuficientes para o seu governo organizar o processo eleitoral no país.
A posição de PRS é também defendida por outros dois partidos representados no Conselho Nacional de Transição (CNT), da Guiné-Bissau, designadamente o PAIGC e a Coligação Plataforma Unida (PU).
A realização do escrutínio em Janeiro de 2004 foi recentemente proposta pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) em carta enviada ao CNT, por considerar que "estão reunidas" as condições técnicas para o efeito.
O CNT, órgão que substitui o parlamento durante o período de transição, ainda não se pronunciou sobre a proposta que deverá ainda ser submetida ao chefe de Estado para o anúncio da data definitiva para a realização do pleito.
Segundo o representante do PRS no Conselho Nacional de Transição, Certório Bioté, "faz todo o sentido que as eleições sejam em Janeiro, uma vez que quanto mais rápido isso acontecer, melhor será para o país".
Para o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), "a opinião do CNE enquadra-se naquilo que está estipulado na Carta de Transição Política".
Por seu turno, Lucas Soares, da Coligação Plataforma Unida (PU), também subscreve a proposta do CNE para o escrutínio se realize em Janeiro e garante que a sua Coligação "tudo fará dentro do Conselho de Transição para que isso possa ser uma realidade".
Para a PU, "só uma decisão contrária do CNT é que pode levar a que as eleições não sejam realizadas em Janeiro de 2004".
Também o Partido Unido Social Democrata (PUSD), do antigo primeiro-ministro Francisco Fadul, pretende que as legislativas "tenham lugar num prazo de 90 dias", e coloca mesmo a possibilidade da sua realização antes do final do corrente ano.

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