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Militantes MPLA podem ter diferentes candidatos presidenciais
- 29-Oct-2003 - 15:17
O partido maioritário angolano, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), dá liberdade aos seus militantes para apresentarem candidaturas presidenciais, disse hoje em Luanda o secretário para a Informação do partido.
Por Eduardo Lobão
da Agência Lusa
Norberto Santos "Kwata Kanawa" sublinhou, contudo, que o MPLA "terá o seu próprio candidato", descartando a possibilidade do partido apoiar a candidatura Vicente Pinto de Andrade, militante do partido que apresentou a candidatura há cerca de um ano.
O dirigente do MPLA, que falava à imprensa à saída do encontro que manteve com o primeiro-ministro português, José Manuel Durão Barroso, acrescentou que o congresso, que o partido está a organizar para Dezembro próximo, "está a trabalhar numa solução" que permita a apresentação de uma candidatura oficial.
"Se o processo político eleitoral (angolano) fosse normal, o presidente José Eduardo dos Santos já não se podia candidatar-se nas próximas eleições, porque já teria cumprido dois mandatos", explicou.
Norberto Araújo referiu ainda aos jornalistas que no encontro com Durão Barroso debateu as relações entre o MPLA e o PSD, anunciando que convidou aquele partido a fazer-se representar no congresso de Dezembro.
O secretário-geral do MPLA, João Lourenço, não participou no encontro por se encontrar ausente no Brasil, onde se deslocou liderando a delegação do partido maioritário angolano ao congresso da Internacional Socialista (IS), em que foi admitido como membro de pleno direito.
O primeiro-ministro português termina hoje uma visita de quatro dias a Angola, país com o qual manifestou a intenção de criar uma parceria estratégica.
Além da audiência com a liderança do MPLA, Durão Barroso recebe ainda Isaías Samakuva, presidente da UNITA, segundo partido em termos de representatividade no parlamento, e o arcebispo de Luanda, D. Damião António Franklim, presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST).
Antes de partir para Lisboa, onde deverá chegar cerca das 18:00, o chefe do governo português concede uma conferência de imprensa em Luanda.

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