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Eduardo dos Santos defende cooperação ampla e diversificada com o Brasil
- 3-Nov-2003 - 11:09
O Presidente José Eduardo dos Santos defendeu hoje, em Luanda, que uma cooperação "mais ampla e diversificada" requer que os angolanos e brasileiros se conheçam melhor.
Os brasileiros, acrescentou,"devem também promover um maior conhecimento das nossas realidades e potencialidades".
José Eduardo dos Santos falava na abertura das conversações oficiais entre Angola e o Brasil no quadro da visita que Lula da Silva efectua, desde domingo, ao país.
Sublinhou que os programas a ser implementados em Angola, em colaboração com o Brasil, nos domínios da educação, da formação profissional e da cultura, podem contribuir para o aprofundamento desse conhecimento recíproco e para a consolidação das relações entre os dois países.
"Queremos assim alargar ainda mais a base de confiança que existe entre nós e estar sempre em consonância na hora de partilhar ideias e opções para identificar e resolver problemas que são comuns aos dois países", asseverou ainda o estadista angolano.
Defendeu por outro lado a necessidade do aprimoramento e consolidação das instituições democráticas, de acordo com os princípios actualmente dominantes da transparência, boa governação e aumento da participação da sociedade civil.
Para José Eduardo dos Santos, esse maior conhecimento mútuo também irá reforçar os vínculos no plano institucional e empresarial, favorecendo a formação de quadros e a cooperação financeira, técnica e económica, de acordo com as necessidades e capacidades de ambos os países.
Acrescentou que permitirá também atrair mais investimentos e estabelecer parcerias sólidas e concretas entre empresas que estimulem o cruzamento de capitais nas respectivas economias.
"Registo assim com muita satisfação que vossa Excelência se faça acompanhar por uma grande delegação de empresários do seu país, que querem conhecer as condições reais e estudar as oportunidades de negócios e investimentos em Angola", exteriorizou José Eduardo dos Santos.
Sublinhou que Angola tem uma nova legislação económica que oferece mais segurança e garantias de retorno do capital aos investidores privados que realizem investimentos directos no mercado nacional.
A melhoria das facilidades de crédito e o aumento do seu volume pelo Brasil, seja sob forma de crédito ao exportador, de crédito-ajuda ou de crédito ao desenvolvimento bonificado seria bem acolhido pela parte angolana, asseverou o Presidente.
Isso, prosseguiu, estimularia um maior envolvimento das empresas do sector público ou privado na recontrução das infra-estruturas destruídas pela guerra, na reactivação da produção agro-pecuária e industrial e no aumento do comércio bilateral.
José Eduardo dos Santos apontou como grande interesse, o apoio à prevenção e combate à pandemia do HIV/SIDA. "A progressão desta doença está a tornar-se um flagelo capaz de pôr em causa a segurança nacional", sublinhou.
Ela, disse, afecta sobretudo os trabalhadores e a juventude, ameaçando assim as futuras gerações.
Por conseguinte, finalizou o presidente angolano, "seria bem-vindo, nesse particular, um apoio à produção de medicamentos retro-virais, ampliando deste modo a cooperação que já existe".

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