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Responsável da CPLP defende internacionalização de empresas
- 6-Nov-2003 - 14:12
Um responsável do Conselho Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), o português Francisco Mantero, defendeu a "internacionalização" das empresas dos estados membros, por forma a promover o desenvolvimento económico da comunidade.
O vice-presidente da comissão instaladora do Conselho Empresarial da CPLP, que falava no seminário "Comércio e Investimento", sublinhou que o sucesso das empresas da CPLP passa pela sua penetração nos mercados internacionais.
No seminário participaram os cerca de 160 empresários que acompanham o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, no seu périplo por cinco países africanos, e homens de negócios moçambicanos.
"Temos de lutar por uma dinâmica empresarial lusófona nos mercados mundiais, através da internacionalização dos nossos produtos e serviços", acrescentou Francisco Mantero, para quem o futuro Conselho Empresarial da CPLP pode ser um instrumento valioso para esse fim.
Nesse sentido, o responsável da CPLP propôs igualmente a formação de parcerias entre os empresários dos oito Estados membros da organização, de modo a facilitar a sua inserção no circuito económico internacional.
Francisco Mantero acrescentou ainda que a cooperação entre os segmentos empresariais dos países membros da CPLP também irá ajudar a reduzir os "abissais desequilíbrios económicos entre os membros da comunidade".
A CPLP é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
"Há entre os oito estados membros da CPLP profu.ndos desníveis de desenvolvimento, com um Brasil a cotar-se como a 10¦ economia mundial e uma Guiné-Bissau a ser tão simplesmente uma economia minúscula", destacou Mantero.
Este responsável realçou igualmente a importância de os empresários da CPLP trocarem informações sobre as suas estratégias de participação em concursos internacionais para empreendimentos de grande peso económico, promovidos por instituições financeiras internacionais como o Banco Mundial (BM).
"As empresas da CPLP devem privilegiar a circulação de informações entre si relativas a programas e concursos públicos financiadas pelas instituições financeiras internacionais", sublinhou.

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