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  Cabo Verde
Representante da OMS defende verba para combate ao paludismo
- 8-Nov-2003 - 14:22

O representante em Cabo Verde da Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu sexta-feira a necessidade de pressionar os governos africanos a incluir, nos respectivos Orçamentos Gerais de Estado (OGE), recursos destinados à luta contra o paludismo.


El Hadi Benzerroug, que falava no encerramento da terceira reunião do Bloco Epidemiológico Oeste-africano (BEOA) para a luta contra o paludismo, que decorreu desde quarta-feira na Cidade da Praia, também apelou ao "esforço de todos" na materialização da iniciativa "Fazer Recuar o Paludismo".

Trata-se de um dos principais instrumentos de combate à malária a nível planetário e sintetiza os objectivos globais a atingir nessa matéria, com o apoio da OMS, num horizonte temporal que vai até ao ano 2015.

Daí o representante daquela organização em Cabo Verde ter considerado "importante" recordar os fundamentos da iniciativa, chamando a atenção para o facto de a primeira reunião do BEOA, realizada em 2001 em Abuja (Nigéria), ao nível de chefes de Estado, ter recomendado a criação de uma rede de seguimento e avaliação da sua materialização.

Por isso, aquele responsável considerou ser "fundamental harmonizar os objectivos desse instrumento com os do BEOA", considerando que, só assim, o bloco da África Ocidental estará "em condições de participar na luta global contra a doença".

El Hadi Benzerroug pediu, para isso, um maior empenhamento dos governos africanos na luta contra o paludismo, exortando-os a "inscrever expressamente nos orçamentos estatais recursos destinados a essa causa".

O funcionário da OMS recordou que o paludismo é "uma das maiores causas de mortalidade em África", defendendo, à vista dessa realidade, "a mais ampla parceria possível e a criação de mecanismos eficazes de coordenação dos esforços visando proteger as populações africanas da endemia".

Uma das recomendações da reunião apontou para a promoção de um "verdadeiro consenso" à volta da problemática do paludismo na África Ocidental, para que os objectivos de Abuja, vistos como um "ponto de partida", possam ser materializados.

Outra recomendação vai no sentido da "generalização do uso dos mosquiteiros impregnados", redes de protecção de camas e domicílios, embebidos em substâncias repelentes dos insectos transmissores do vector palúdico.

A terceira reunião do BEAO, Cidade da Praia, coincide com a ocorrência, em Cabo Verde, de um surto palúdico que já provocou 40 casos de doença e duas mortes, e que as autoridades sanitárias do arquipélago estão empenhadas em erradicar.

A situação de Cabo Verde, no que diz respeito à malária, é considerada como excelente, uma vez que a doença sempre mereceu um combate rigoroso, nomeadamente das autoridades coloniais portuguesas, que conseguiram interromper a incidência de casos autóctones em quase todas as ilhas, em 1968.

No pós-independência, a primeira epidemia aconteceu em 1978, tendo-se então registado cerca de 900 casos de paludismo.

Desde então têm-se assinalado, em certos anos, como no presente, surtos esporádicos na ilha de Santiago, por via do mosquito Anopheles Gambiae, que ainda não foi completamente erradicado.


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