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CVRD vai estudar viabilidade de explorar carvão em Moçambique
- 11-Nov-2003 - 19:17
A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aguarda autorização do Governo de Moçambique para desenvolver um estudo de viabilidade económica para a explorar carvão em Moatize, anunciou hoje a empresa.
O estudo, que levará 18 meses para ser concluído, inclui a reabilitação do caminho-de-ferro do Sena, com cerca de 550 quilómetros, e a construção de um terminal portuário na cidade moçambicana de Beira, além de outras infra-estruturas.
Segundo a CVRD, um das maiores empresas mundiais de mineração, o investimento total do projecto vai ascender a 608 milhões de euros.
"As fontes de financiamento e as participações de organismos multilaterais serão definidas durante o estudo de viabilidade", informou a empresa brasileira.
O carvão moçambicano será destinado ao mercado brasileiro, nomeadamente na produção de coque consumido nos sectores siderúrgico e energético para geração de energia eléctrica.
O estudo de viabilidade económica para exploração da mina começou a ser desenvolvido pela CVRD, no final da década de 80, mas foi interrompido por causa da guerra civil moçambicana.
Em Maio de 2003, a CVRD formou um consórcio com o IDC (Industrial Development Corporation of South Africa Limited) e a ISCOR (siderúrgica sul africana) para actualização do estudo de viabilidade do projecto.
"Desde então, a CVRD vem mantendo contactos com os seus parceiros estratégicos e com o governo de Moçambique, no sentido de participar no processo de aproveitamento desse recurso mineral e desenvolver estudos finais para seu aproveitamento", afirmou a empresa brasileira.
Na recente visita do Presidente do Brasil a Moçambique o assunto foi abordado no encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Joaquim Chissano tendo ambos acordado ser importante a presença da CVRD nos concursos públicos que vão ser realizados para adjudicação do projecto.

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