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São Paulo vai ter maior acervo digital de livros de língua portuguesa
- 13-Nov-2003 - 18:14
O Presidente da República visitou hoje o projecto da Estação da Luz da Nossa Língua, um centro permanente de divulgação da língua portuguesa em São Paulo, que será inaugurado em Janeiro próximo, e considerou-o "notável".
"São estes incentivos que precisam de ser multiplicados", disse Jorge Sampaio, remetendo para o âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) a realização de iniciativas idênticas.
"Precisamos de as multiplicar porque acho que temos claramente que avançar com uma política de expansão da língua portuguesa, de lógica na sua defesa, do seu progresso, do seu estudo", disse o Presidente da República.
"Os países de língua portuguesa têm que perceber que independentemente das línguas naturais que tenham, há uma língua que é comum e que é o grande património dessa comunidade de países e uma das forças que nos pode unir neste Mundo global que precisa de referências comuns", acrescentou Jorge Sampaio.
A Estação da Luz da Nossa Língua vai ocupar parte da estação da Luz, um edifício centenário e emblemático da cidade São Paulo. Quando for inaugurada em Janeiro do próximo ano contará com o maior acervo digital de livros em língua portuguesa no espaço lusófono.
Em declarações à Agência Lusa, Silvia Finguerut, da Fundação Roberto Marinho e uma das responsáveis pelo projecto, referiu que está próximo o acordo de parceria da Estação da Luz com a Biblioteca Nacional de Lisboa, entidade que poderá disponibilizar o seu acervo digital para o novo centro paulista.
Para além deste acordo, o futuro centro conta já com o apoio do Instituto Camões, entre outras entidades, sobretudo brasileiras.
O projecto, que ocupa um espaço de 6700 metros quadrados e está orçado em 12 milhões de dólares norte- americanos, pretende ser um centro permanente de referência da língua e um espaço de actividades temporárias de artes e cultura, tendo provocado a remodelação de uma grande área da estação ferroviária e a construção de uma nova ligação de metro ao local.
O centro permitirá uma utilização diária de 350 mil pessoas, universo que os promotores da Estação da Luz da Nossa Língua esperam aproveitar para divulgarem uma das marcas da identidade nacional e da identidade dos utentes da língua portuguesa.
Uma marca que nem sempre é reconhecível, dadas as variantes geográficas do Português e até algum desconhecimento etimológico.
Durante a apresentação do projecto do que pretende ser um dos mais avançados centros de conhecimento da língua portuguesa, uma das suas responsáveis aludiu à "origem espanhola" da palavra "saguão".
Prontamente, um dos elementos portugueses da comitiva de Jorge Sampaio corrigiu a afirmação, recordando a raiz arabe da palavra, no que foi mais um contributo para a compreensão de uma língua que, dizem, é muito traiçoeira.

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