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Bancos privados estrangeiros reduzem empréstimos ao Brasil
- 24-Oct-2002 - 9:40
Os bancos privados estrangeiros estão reduzindo seus empréstimos ao Brasil e outros investimentos no país, como títulos da dívida e ações, refere o relatório trimestral do Banco Internacional de Compensações (BIS).
Os bancos privados estrangeiros estão reduzindo seus empréstimos ao Brasil e outros investimentos no país, como títulos da dívida e ações, refere o relatório trimestral do Banco Internacional de Compensações (BIS).
As estatísticas do BIS - espécie de banco central dos países ricos -, divulgadas hoje na Basiléia, revelam que, entre finais de março e junho, os bancos dos países ricos reduziram em 4% - ou US$ 2,6 bilhões - a sua exposição ao Brasil. Essa tendência vinha sendo detectada pelo BIS desde final de 2001, quando houve decréscimo da mesma ordem dos empréstimos ou investimentos dos bancos estrangeiros no Brasil. Há expectativa no BIS de que a queda vai ser ainda maior a partir de julho.
O Brasil é o segundo país depois do México onde os bancos internacionais dos países ricos estão mais expostos. No final de junho, os empréstimos ao Brasil totalizavam US$ 122.6 bilhões, ou seja, 9,8% dos empréstimos para todos os países em desenvolvimento.
Os americanos e espanhóis são os maiores credores do Brasil - detém 42,6% dos empréstimos. Depois, são os bancos holandeses, ingleses, alemães, italianos, franceses, japoneses e suíços. A natureza dos empréstimos varia. Por exemplo, os bancos americanos e alemães foram os que mais emprestaram em moeda estrangeira para residentes brasileiros. Já os espanhóis fizeram mais empréstimos em reais através de suas subsidiárias no Brasil.
Os bancos estrangeiros, na realidade, estão reduzindo suas atividades na América Latina e aumentando na Europa e na Ásia, sobretudo na China. De finais de março a junho, os bancos reduziram em 7% suas atividades na América Latina. Mas o próprio BIS esclarece que parte desse percentual pode estar inflado, por causa da desvalorização do real e de outras modas na região. A tendência de queda no envolvimento dos bancos estrangeiros na região não é igual para todos: enquanto Brasil e Argentina perdem espaço na América Latina, os bancos estrangeiros estão mantendo suas posições no México.
Outra revelação é que a Rússia, que durante a crise de 99 havia caído em desgraça junto aos bancos estrangeiros, voltou a ser cortejada. Os empréstimos dos bancos para a Rússia estão aumentando desde meados do ano passado.

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