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  Cabo Verde
Oposição acusa PAICV de distribuir dinheiro por votos
- 18-Nov-2003 - 21:10

O Movimento para a Democracia (MpD), principal partido da oposição em Cabo Verde, acusou hoje dirigentes e candidatos autárquicos do PAICV, no poder, de oferecerem dinheiro para influenciar o voto nas eleições autárquicas de 2004.


Em conferência de imprensa, o presidente do MpD, Agostinho Lopes, disse dispor de provas dessa prática e anunciou que esta semana irá solicitar à Procuradoria-Geral da República a realização de um inquérito.

A prática, segundo Agostinoh Lopes, consiste na distribuição de "envelopes com milhares de escudos, 20, 30 e mais contos, a pessoas devidamente escolhidas", com poder de influência na zona onde residem.

Agostinho Lopes referiu que essas práticas foram detectadas pelo seu partido, inclusive através de registo fotográfico, em todos os municípios da ilha de Santiago, com excepção do de S. Domingos, havendo também "rumores de tais práticas na ilha do Fogo".

Estão envolvidos "candidatos a presidente de câmaras, presidentes de Câmara, deputados e dirigentes do PAICV" (Partido Africano da Independência de Cabo Verde), adiantou.

Para Rui Semedo, secretário nacional do PAICV, tais acusações do líder do MpD "são graves e totalmente falsas", e este terá de as provar.

O dirigente e deputado do partido no poder, em declarações à Rádio Nacional, frisou que se trata de uma estratégia daquela força política para tentar procurar argumentos para eventuais maus resultados no sufrágio.

Rui Semedo sublinhou que o seu partido "não compra a consciência das pessoas" e reservou para um momento posterior uma tomada de posição, após uma análise mais aprofundada às acusações emitidas.

Na conferência de imprensa, Agostinho Lopes afirmou que "o cúmulo aconteceu quando a candidata do PAICV para o Porto Novo assumiu, nas antenas da Rádio Nova, que o seu partido vai conseguindo apoio de organizações não governamentais (ONG), mesmo estrangeiras, para financiar actividades de pré-campanha".

Rosa Rocha, candidata do PAICV por Porto Novo (ilha de Santo Antão) e delegada do Ministério da Agricultura naquela ilha, já tinha sido, a semana passada, alvo de críticas do MpD, que reclamou a sua retirada da gestão de fundos para programas de apoio às populações afectadas pelo mau ano agrícola.

"E tudo isso é feito na maior tranquilidade, nas barbas do governo, que é o principal financiador das ONG nas zonas rurais do país, e quando se sabe que a lei proíbe que os partidos sejam financiados por organizações estrangeiras, associações de utilidade pública e que o Governo conceda financiamentos fora do quadro legal", acentuou.

O líder do maior partido da oposição questionou "onde o PAICV vai buscar tanto dinheiro e que interesse terão ONG estrangeiras em financiar as actividades de pré-campanha de um partido político em Cabo Verde".

Apesar de tecer várias acusações, Agostinho Lopes não identificou eventuais envolvidos, nem as organizações não governamentais que se teriam disposto a apoiar o PAICV.

As denúncias do MpD surgem num momento em que o primeiro- ministro e presidente do PAICV, José Maria Neves, efectua um périplo pelo Luxemburgo, Holanda, França e Portugal para obter apoios para o país conseguir da União Europeia um estatuto especial

As eleições autárquicas ainda não foram marcadas pelo governo, prevendo-se que decorram no final do primeiro trimestre de 2004.


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