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Relançamento da produção de sisal exige tecnologia de ponta
- 22-Nov-2003 - 18:16
A produção de sisal na província de Benguela paralisou em 1970, devido a introdução de fibras sintéticas no mercado internacional. Após trinta anos de intensa actividade, fazendeiros portugueses viram preterido o seu produto em países europeus como Alemanha e Inglaterra.
Nos dias de hoje, a reactivação das mais de trezentas fazendas de sisal , nos municípios da Ganda, Cubal, Caimbambo e Bocoio, é ainda uma "miragem", devido ao não acompanhamento da evolução técnica no domínio da agricultura.
Para o director provincial da agricultura e do desenvolvimento rural, Abrantes Carlos, a troca de experiência com o Brasil, Quénia e Tanzânia, actualmente os maiores produtores mundiais, constitui a acção primordial para o relançamento da produção.
"É necessária a aplicação da nova tecnologia para que se sejam ultrapassadas as insuficiências prevalecentes no período de 1954 a 1970, resumidas na produção de forma manual e falta de mão de obra qualificada", disse.
Questionado sobre os passos a seguir para reactivação da produção de sisal, Abrantes Carlos indicou a realização de um diagnóstico das necessidades do mercado a nível do mercado mundial, visando garantir a rentabilidade do produto.
"Em função desta pesquisa, proceder-se-ia a um escalonamento da produção para satisfação dos anseios dos consumidores desta matéria prima, asseverou o responsável, para quem o sector industrial angolano deve igualmente beneficiar do sisal.
A província de Benguela chegou a produzir cerca de 60 mil toneladas de fibras de sisal, exportadas para Portugal, Inglaterra e Alemanha.

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