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  Cabo Verde
MpD pede investigação sobre alegada corrupção
- 24-Nov-2003 - 22:06

O Movimento para a Democracia (MpD), principal partido da oposição em Cabo Verde, solicitou hoje à Procuradoria Geral da República (PGR) a realização de uma investigação para apurar eventuais casos de corrupção política.


O pedido foi apresentado pelo próprio presidente do MpD, Agostinho Lopes, que na semana passada acusou dirigentes, presidentes de Câmara e candidatos autárquicos do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), no poder, de andarem a distribuir "envelopes com milhares de escudos, 20, 30 e mais contos, a pessoas devidamente escolhidas".

Segundo o responsável partidário, os beneficiários das dádivas são pessoas com influência na zona onde residem e o objectivo é sensibilizar para a obtenção de votos nas eleições autárquicas de 2004.

Em resposta, o PAICV, através do seu secretário nacional, Rui Semedo, negou tais práticas, e admitiu mesmo a hipótese de accionar criminalmente o presidente do maior partido da oposição, Agostinho Lopes, pelas acusações.

Dando sequência ao que anunciara em conferência de imprensa, hoje o presidente do MpD concretizou o pedido de investigação, porque os dados que diz terem chegado ao conhecimento do seu partido "são lesivos do direito e do dever de igualdade das candidaturas" às eleições autárquicas de 2004.

"São actos que classificamos de corrupção da política, e hoje viemos entregar à PGR as provas do que afirmamos, solicitando uma investigação aprofundada, para se repor o quadro legal", sublinhou.

Entre as provas entregues - acrescentou - consta uma entrevista emitida pela Rádio Nova com declarações da candidata do PAICV no concelho de Porto Novo (ilha de Santo Antão), Rosa Rocha, em que esta referia que um deputado do partido estava a tentar obter apoios financeiros junto de organizações não-governamentais, inclusive estrangeiras, para actividades de pré-campanha.

Quanto a outras supostas provas a sustentar as acusações, e que terão sido hoje entregues à PGR, Agostinho Lopes escusou-se a divulgá-las.

O líder do MpD referira, há uma semana, que as práticas denunciadas de ofertas de dinheiro foram detectadas pelo seu partido em todos os municípios da ilha de Santiago, com excepção do de S. Domingos, havendo também "rumores de que tal está a acontecer na ilha do Fogo".

Hoje adiantou que o seu partido vai "tentar confirmar informações" obtidas de que na Ilha Brava estão a ser utilizadas verbas dos "programas nacionais de luta contra o SIDA e de luta contra a pobreza, e da União Europeia, para financiar actividades político- partidárias".

"Não vamos dar tréguas. Vamos denunciar sempre estas práticas, porque é uma questão de regime e de defesa da democracia", afirmou Agostinho Lopes.

Na semana passada, por intermédio de Rui Semedo, o PAICV refutou tais acusações, frisando que o seu partido não dispõe de dinheiro para isso nem tais práticas fazem parte da sua "escola", porque "entende que a consciência das pessoas não está à venda".

Pela gravidade das declarações feitas - esclareceu então Rui Semedo - "o PAICV não descarta a possibilidade de exigir responsabilidades criminais ao líder do MpD e segundo Vice-Presidente da Assembleia Nacional".

O secretário nacional do PAICV garantiu que o seu partido "sempre esteve firme no respeito pela legalidade, pelo que é inadmissível levantar suspeições sobre aqueles que, no exercício das suas funções, devem garantir a boa gestão dos serviços que dirigem".

As eleições autárquicas ainda não foram marcadas pelo Governo, prevendo-se que decorram no final do primeiro trimestre de 2004.


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