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Farmacêuticos africanos vão combater SIDA e falsificação de medicamentos
- 26-Nov-2003 - 19:33
O combate à SIDA e à falsificação e comércio ilícito de medicamentos são alguns dos objectivos do Fórum Farmacêutico Africano, hoje criado, em Lisboa, numa reunião Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa.
A criação do Fórum Farmacêutico Africano, onde participaram farmacêuticos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal e São Tomé e Príncipe, surge no âmbito das políticas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que definem a criação de uma estrutura de farmacêuticos por regiões de mundo, neste caso em África.
"O objectivo é uma parceria com a região africana da OMS no sentido de em conjunto ajudarem à implementação das políticas de saúde definidas pela organização", disse à Agência Lusa o presidente da Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, João Silveira.
Nesse sentido, as áreas prioritárias do Fórum Farmacêutico Africano serão o combate à SIDA, às doenças infecto-contagiosas, como a tuberculose e a malária, e à falsificação e comércio ilícito de medicamentos.
Uma maior adesão às terapias por parte dos doentes crónicos e a discussão e a promoção de medidas para evitar a resistência por parte dos pacientes aos antibióticos são outros dos objectivos do Fórum de Farmacêuticos Africanos.
Questionado sobre as dificuldades no combate à SIDA em África, um continente com 29,4 milhões de infectados e dificuldades no acesso ao tratamento com anti-retrovirais devido aos custos, João Silveira afirmou que "o preço do medicamento é uma falsa questão política", acrescentando que no caso do Zimbabué, a má administração do tratamento provocou resistências nos doentes.
O objectivo é "intervir na prevenção, principalmente nas transmissões por via sexual" e só depois, na "terapêutica anti- retroviral", salientou.
É preciso também que os médicos que diagnosticam a doença, entendam a terapêutica e acompanhem a situação do doente, tudo isto acompanhado por uma logística de distribuição do medicamento no terreno, disse o farmacêutico.
"Em Moçambique estamos a trabalhar num programa estratégico que pretende atingir públicos alvos, nomeadamente os próprios profissionais de saúde", adiantou.
Em relação ao combate à falsificação e comércio ilícito de medicamentos, o responsável afirmou que a inexistência de sistemas farmacêuticos e a escassez do produto leva ao aparecimento de formas de contrabando, face às necessidades.
Por isso, referiu, é necessário combater essa prática através de um sistema de fiscalização rígido, com fortes investimentos, para os quais Portugal tem vindo a contribuir.
A Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa, criada em Junho de 1993, visa promover as ciências farmacêuticas e defender os interesses da profissão em todos os países de língua portuguesa.

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