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Universidade do Porto quer atrair estudantes para as suas licenciaturas
- 5-Dec-2003 - 15:10
A Universidade do Porto quer atrair para as suas licenciaturas mais estudantes estrangeiros, particularmente brasileiros e dos PALOP, mas para tal as recentes alterações legislativas têm de ser regulamentadas.
O vice-reitor da Universidade do Porto, José Ferreira Gomes, que falou à Agência Lusa à margem de um jantar com cerca de 150 alunos oriundos dos países de língua portuguesa, referiu que "até agora, com as restrições legais vigentes, era praticamente impossível, para alguém que não tivesse completado o liceu em Portugal, entrar no ensino superior para uma licenciatura".
"Mas a nova legislação aprovada pela Assembleia da República vai permitir que isso aconteça mais facilmente. Falta apenas regulamentá- la", acrescentou o professor universitário.
Com as limitações ainda vigentes, a maioria dos alunos estrangeiros que frequentam a UP dedicam-se mais a pós-graduações, mestrados e doutoramentos, assim como a trabalhos de investigação.
Relativamente ao caso dos estudantes do Brasil, cujo número cresce de ano para ano (os alunos oriundos dos PALOP acabam, segundo o vice-reitor, por ficar maioritariamente em Lisboa), a UP está a estudar, juntamente com a Câmara do Porto, a instalação de uma sede para a recém-criada Associação de Estudantes Brasileiros.
"Queremos que essa sede se situe na Baixa, de modo a que os alunos possam criar uma interacção com o próprio tecido social", referiu o professor.
O vereador da Habitação da Câmara do Porto, Paulo Morais, também presente no jantar, referiu que a cedência de um espaço será estudada mal a associação peça uma audiência para discutir o assunto.
"Os estudantes estrangeiros serão sempre bem vindos a esta cidade, não apenas para estudar como também para, depois, ficarem cá a trabalhar, enriquecendo o Porto com as suas culturas de origem. Se optarem por regressar às suas casas, só lhes pedimos que levem algo da cultura portuguesa", acrescentou o vereador.
Para além dos casos óbvios do Brasil e dos PALOP, com quem Portugal mantém há anos programas específicos de intercâmbio educacional, e da União Europeia, nomeadamente através do programa Erasmus, a UP acolhe anualmente alunos de origens bem mais "exóticas", como a Tailândia.
Face a uma Europa que pretende recuperar a supremacia, perdida para os Estados Unidos após a Segunda Grande Guerra, em termos de atracção de estudantes estrangeiros, a UP tem por objectivo, segundo Ferreira Gomes, captar nichos específicos de alunos.
Para isso deverá aproveitar, nomeadamente, a abertura da Tailândia (que envia uma média de 20 pessoas por ano para o Porto) para "penetrar" noutros nichos do Sudeste Asiático e conseguir maior fluidez na vinda de jovens de Timor e da Indonésia.

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