| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
Brasil
|
|
Congresso do MPLA divide opiniões
- 5-Dec-2003 - 15:17
O MPLA está a realizar o seu congresso que é, de facto, o mais centralizado de sempre, afirmou hoje o político Marcolino Moco.
“É o congresso mais centralizado, quando se esperava que este fosse preparado em moldes muito mais abertos e participativos”, disse Moco, acrescentando que “isto parece que não aconteceu”.
Moco reage na sequência de declaração de não submissão dos seus pedidos à lista dos pré-candidatos a membro do Comitê Central.
“Há má vontade do partido em relação a estes camaradas. É estranha a forma como se procedeu com os companheiros (Lopo de Nascimento, Moco). Foram também os casos do Zé Leitão”, disse o deputado Mendes de Carvalho.
Sobre o assunto, o deputado do MPLA Lopo do Nascimento declarou, em carta endereçada ao “Jornal de AngolaA”, que os parlamentares da bancada do partido maioritário não tiveram a oportunidade de se exprimir sobre a indicação do seu nome, de França Van-Dúnem e de Marcolino Moco para pré-candidatos ao Comité Central (CC).
Lopo do Nascimento reagia assim às declarações do secretário do MPLA para a Informação, Norberto dos Santos “Kwata Kanawa”, tornadas públicas quarta-feira última, segundo as quais o nome desses deputados não constava da lista dos pré-candidatos ao Comité Central, por não terem sido eleitos pelos militantes do seu grupo parlamentar.
Na carta, Lopo do Nascimento esclarece que no dia da visita do Presidente brasileiro, Lula da Silva, à Assembleia Nacional, obteve informações do chefe da bancada parlamentar do MPLA, Bornito de Sousa, que por indicações superiores o seu nome não deveria constar da lista dos membros da bancada, porque a sua questão, bem como a dos que já desempenharam funções de secretários-gerais e primeiros-ministros, seria objecto de análise e decisão ao nível da direcção do partido e não àquele nível.
“Sei que idêntica demarche foi feita junto dos camaradas França Van-Dúnem e Marcolino Moco” – lê-se na carta.
Na altura, Lopo do Nascimento disse ter levantado algumas objecções, e para melhor ser esclarecido solicitou uma audiência a Bornito de Sousa. Este, de pronto se ofereceu a recebê-lo, e durante o encontro reiterou a razão porque o seu nome e os de França Van-Dúnem e Marcolino Moco não deveriam constar da lista para eleição.
Lopo explicou que “na reunião da bancada parlamentar do dia 28 de Outubro, onde deveriam ser escolhidos camaradas a propor à direcção do partido, antes de se realizar a votação, o presidente da bancada explicou aos presentes as razões porque os três nomes estavam bloqueados e, nesse caso, não deveriam ser objecto de votação”.

Ver Arquivo
|
|
 |
| |
|
| |
|
|
|
|
|