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Brasil
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Missão brasileira para discutir fabrico de medicamentos contra a Sida
- 16-Dec-2003 - 14:27
Uma missão do Ministério da Saúde brasileiro desloca-se a Moçambique em Janeiro para dar seguimento a discussões técnicas e políticas sobre a instalação de uma fábrica de medicamentos anti-retrovirais no Maputo, disse fonte governamental.
O projecto foi encomendado ao Instituto Far-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o custo de construção da fábrica está avaliado em 23 milhões de dólares (18,7 milhões de euros).
Através da assinatura de um protocolo durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Moçambique, em Novembro, os dois países comprometeram-se a procurar recursos para a construção da fábrica de medicamentos para combater a Sida.
Uma das possibilidades é utilizar os resíduos da dívida externa de Moçambique junto do Brasil (16 milhões de euros) para financiar grande parte da obra.
O objectivo é que fábrica inicie a produção de medicamentos já em 2004, cabendo ao Brasil a transferência de tecnologia e a formação de técnicos moçambicanos e cabendo ao governo do Maputo a sua gestão.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 1,8 milhões de pessoas em Moçambique, cerca de 13 por cento da população, estão infectadas pelo vírus HIV.
Moçambique já recebe ajuda do Brasil, que fornece medicamentos para cem portadores do vírus da Sida durante um ano.
O Brasil vai estender agora para 14 o número de países com os quais mantém cooperação para o acesso aos anti-retrovirais.
Os quatro novos países que receberão medicamentos para tratar pacientes com Sida são Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Botswana.
Na África, para além de Moçambique, Quénia, Burkina Faso, Namíbia e Burundi já beneficiam do programa.
A ampliação da cooperação é um dos resultados da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no mês passado, ao continente africano, onde mais de 15 milhões de pessoas já morreram em consequência da Sida.
O Brasil fornece 1,4 milhões de dólares (1,1 milhões de euros) em ajuda humanitária para tratamento da Sida, não só em nove países africanos, mas também em cinco países da América Latina e Caraíbas - Paraguai, Colômbia, República Dominicana, El Salvador e Bolívia.

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