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Governo quer reunião de doadores em Lisboa, em Janeiro
- 19-Dec-2003 - 16:25
A Guiné-Bissau pretende fazer uma reunião de doadores em Lisboa, no mês de Janeiro, para tentar angariar novos apoios financeiros essenciais para a estabilização do país, avançou hoje em Paris o ministro dos Negócios Estrangeiros guineense, João Monteiro.
Em declarações à margem da conferência ministerial da Francofonia, João José "Huco" Monteiro insistiu na urgência da Guiné-Bissau angariar fundos para colmatar défice orçamental, que ascende a 10.700 milhões de francos CFA (cerca de 16,4 milhões de euros).
Esta preocupação foi transmitida na quinta-feira por uma delegação de altos responsáveis do governo de Bissau, entre os quais o ministro da Economia e Finanças, Abubacar Demba Dahaba, num jantar informal com doadores, realizado à margem de uma conferência de doadores da RDCongo, organizada pelo Banco Mundial.
No jantar estiveram presentes representantes do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Islâmico de Desenvolvimento, França, Portugal e Brasil, tendo "Huco" Monteiro sublinhado as ausências da Suécia e da Holanda.
Os responsáveis guineenses informaram sobre os avanços registados no país depois do golpe militar, nomeadamente a marcação de eleições para 28 de Março, a garantia do funcionamento do sistema judicial e o desbloqueamento de um impasse para a conclusão do recenseamento eleitoral.
"Falta apaziguar a sociedade e para isso o povo precisa de comer, o que só é possível se os salários forem pagos, se houver ajuda financeira", notou o chefe da diplomacia guineense.
Bissau pretende um novo encontro no início de Janeiro em Lisboa para tentar atrair mais doadores, mas tenciona igualmente enviar uma missão de sensibilização, a várias capitais, chefiada pelo presidente ou pelo primeiro-ministro para colocar o assunto "no patamar das decisões".
Esta missão deverá visitar Lisboa, Paris, Estocolmo e Haia igualmente em Janeiro, antes de uma reunião marcada para dia 22, em Bruxelas.
"Huco" Monteiro reúne-se e hoje com o ministro francês para a Francofonia, Pierre Wiltzer, para pedir apoio no diálogo com a União Europeia, "a única instituição internacional que não se pronunciou a seguir ao golpe militar" de 14 de Setembro na Guiné-Bissau.
O ministro guineense salientou o trabalho já realizado em prol da "reintrodução da Guiné-Bissau na comunidade internacional" e notou o "acolhimento bastante favorável" recebido na Organização Internacional da Francofonia, onde o país foi excluído da lista das situações de conflito.

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