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Brasil e Rússia anunciam cooperação no Conselho de Segurança da ONU
- 19-Dec-2003 - 20:02
O Brasil e a Rússia anunciaram hoje a intenção de cooperarem no Conselho de Segurança da ONU a partir de Janeiro, data em que o Brasil ocupa a vaga de membro não-permanente por dois anos.
Os chefes da diplomacia dos dois países, o brasileiro Celso Amorim e o russo Igor Ivanov, reforçaram este compromisso em uma declaração comum durante a visita do ministro russo ao Brasil.
Os dois ministros pronunciaram-se a favor de uma "cooperação estreita entre Brasil e Rússia no seio do Conselho de Segurança da ONU".
Igor Ivanov declarou que a chegada do Brasil ao Conselho de Segurança vai permitir aos dois países "aprofundarem os seus pontos comuns sobre um grande número de matérias internacionais".
Entre estas matérias figuram a luta contra o terrorismo internacional e o tráfico de drogas, as questões do desarmamento nuclear e da proliferação de armas não convencionais, assim como o Médio Oriente e o Iraque.
Sobre o Iraque, o ministro russo, em visita oficial ao Brasil até domingo, sublinhou que a Rússia deseja que o país recupere sua soberania sob os auspícios da ONU.
Em relação às negociações comerciais, um dos principais assuntos discutidos pelo governo brasileiro com o ministro Igor Ivanov foi o sistema adoptado pela Rússia de quotas para importações de carnes em 2004.
Este sistema poderá ter um impacto negativo para o Brasil de 30 milhões a 500 milhões de dólares (240 milhões a 400 milhões de euros), segundo estimativas do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.
A Rússia tem sido, nos últimos anos, um dos principais mercados do Brasil para carne bovina, suína e de frango.
Este ano, no entanto, adoptou restrições às importações, estabelecendo cotas por grupos de países.
Em 2004, as cotas destinadas ao Brasil serão ainda menores.
Os números não escondem as preocupações do governo brasileiro. Em 2002 o Brasil exportou para a Rússia 330 mil toneladas de frango. Já no próximo ano, os exportadores brasileiros precisarão disputar uma cota de 68 mil toneladas com outros países.
O tema voltará à mesa de negociação entre os dois países nos dias 19 e 20 de Janeiro, quando o ministro Furlan visitar a Rússia.

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