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  Cabo Verde
Estivadores ameaçam nova greve no porto da Praia
- 30-Dec-2003 - 22:49

O Sindicato da Indústria, Agricultura, Comércio, Serviços e Afins (SIACSA) ameaçou paralisar novamente a actividade de estiva no porto da Praia entre 12 e 13 de Janeiro próximo se não forem satisfeitas as suas revindicações.


O SIACSA entregou segunda-feira um novo pré-aviso à administração da Empresa Nacional de Portos (ENAPOR), dois dias depois que os estivadores do Porto da Praia, o mais movimentado do país, terminaram uma greve de quatro dias.

Os estivadores consideram-se discriminados pela administração da ENAPOR no tocante ao prémio de Natal atribuído pela empresa.

Para a ENAPOR, o processo relativo à atribuição de prémio de Natal não era negociável, uma vez que esses trabalhadores, que laboram em regime sazonal, estão a reivindicar um direito que é apenas atribuído aos quadros permanentes da empresa.

Entretanto, a ENAPOR considera que a greve convocada pelo SIACSA e pelo Sindicato dos Transportes, Comércio e Telecomunicações (STcT), todos filiados na Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos Livres (CCSL) "não foi ordeira e nem se limitou à questão laboral".

Por isso, o Conselho de Administração da ENAPOR já manifestou a intenção de agir judicialmente contra dois dos sindicatos que estiveram à frente desta acção e que impediram ao longo desses dias os acessos dos utentes às instalações do Porto.

O administrador-delegado do Porto da Praia, José Manuel Fortes, estimou em 10 mil contos (cerca de 91 mil euros) os prejuízos causados pela greve de quatro dias que afectou aquela infra-estrutura.

O gabinete jurídico da ENAPOR "já está a preparar" uma acção judicial contra essas duas organizações, para apresentar aos tribunais, garantiu.

No rescaldo da paralisação ocorrida entre 23 e 27 de Dezembro, José Fortes estimou que esses números representam "apenas os prejuízos calculados pela ENAPOR, adiantando que devem ser "contabilizados também os que foram causados aos operadores económicos".

Para José Fortes, devem ser contabilizados ainda os danos causados aos numerosos emigrantes que não conseguiram despachar as suas cargas e encomendas antes do Natal e que também muito dificilmente irão conseguir fazê-lo antes das festividades do Fim-de-Ano.

O administrador-delegado da ENAPOR adiantou que esses dois sindicatos representam "apenas 48 dos cerca de 300 trabalhadores do Porto da Praia", mas observou que a paralisação "acabou por ser geral, porque os grevistas impediram o acesso ao porto dos restantes trabalhadores".

Consta que o próprio Presidente da República, Pedro Pires, foi "obrigado" a cancelar um almoço a bordo do transatlântico alemão Delphin Renaissence, a convite do proprietário, que é também cônsul honorário de Cabo Verde na Alemanha, porque os grevistas ameaçavam não deixar entrar e nem sair ninguém nas instalações portuárias.

Da parte dos sindicatos, o balanço da acção grevista é "positivo" apesar de que os resultados não foram os esperados, ou seja, o aumento do montante do subsídio de Natal atribuído a cada trabalhador.

Este foi o principal motivo da greve que, na opinião do presidente do SIACSA, Gilberto Lima, "causou a empresa prejuízos muito acima dos 32 mil contos cabo-verdianos (cerca de 290,3 mil euros)".


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