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  Cabo Verde
«Kau stá mau”, afirma o presidente do MpD
- 1-Jan-2004 - 14:55

Agostinho Lopes, presidente do MpD, utilizou, na sua mensagem do fim do ano, a frase mais ouvida no seio da população cabo-verdiana “kau stá mau” (a situação está má) para caracterizar o ano 2003, durante o qual o nível de vida do cabo-verdiano não melhorou, na sua opinião, de forma visível, frustrando muitas expectativas pessoais e colectivas.


“Também ficamos a saber com dados cientificamente recolhidos e tratados que o país está mais pobre”, disse na sua mensagem de fim-do-ano. No seu entender, a causa da pobreza cabo-verdiana reside na falta de trabalho e este resulta do “abrandamento do nosso crescimento, do baixo índice de investimentos produtivos, da nossa incapacidade para atrair investimentos externos”.

O presidente do MpD considera que se produz pouco e aquém das capacidades cabo-verdianas e reclama um rumo para Cabo Verde, que precisa de metas, prioridades, acção, “engajamento de todos e cultura de resultados”.

Considera que nem a pobreza nem a riqueza são destino e que “os países não estão predestinados a serem ricos. A riqueza e o desenvolvimento são o resultado da postura dos povos perante a vida”, articulou.

No entender de Lopes, opções e princípios, ousadia, sentido de oportunidade e querer com determinação são pressupostos essenciais para atingir a riqueza e o desenvolvimento, pois não são as riquezas naturais que fazem prosperar as nações, mas “a vontade dos seus povos de quebrar o ciclo da pobreza e a clarividência e capacidade dos seus governantes”, alertou.

Na sua dissertação, disse que Cabo Verde já deu provas do seu querer, apontando a década de 90como um exemplo dessa vontade, e sublinhou que “o trabalho feito precisa de ter continuidade para se consolidar e se transformar num processo irreversível.

A continuidade passa, antes de mais, pela escolha de políticos capazes de pensar o país a longo prazo, de assumir compromissos e de os respeitar. Políticos capazes de estabelecer políticas e metas que mobilizem as energias dos cabo-verdianos, dêem confiança ao país e esperança no futuro.”

Cabo Verde precisa acima de tudo, na óptica do presidente do MpD, de governantes que mostrem o caminho e não daqueles que, perante as dificuldades, repetem que “somos pobres. Precisamos que nos tragam soluções e nos digam o que fazer para combater a pobreza”.

Agostinho Lopes abordou as eleições autárquicas que se avizinham para reafirmar que o seu partido tem possibilidades reais de vitória e exortou os seus militantes à vigilância, para não permitir que se repitam os acontecimentos de 2000 e 2001 que ditaram a alternância no poder.

In Paralelo14.com


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