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  Cabo Verde
Cabo-verdianos reduzem
as remessas para o país

- 13-Jan-2004 - 9:40


Residentes em Portugal estão a dar contributo importante e poderão ultrapassar mesmo os dos EUA

As remessas dos emigrantes cabo-verdianos em 2003 deverão ser inferiores às de 2002. Dados ainda incompletos (até Novembro) do Banco de Cabo Verde prevêem um decréscimo a rondar os 10 por cento, confirmando assim a tendência dos últimos dois anos para uma redução do volume de expedição dos emigrantes para o arquipélago. Remessas dos residentes em Portugal ultrapassaram os 2 milhões de contos.


Até Novembro do ano passado, as remessas dos emigrantes pouco passaram dos 7 milhões de contos cabo-verdianos e estima-se que muito dificilmente alcançará o valor de 2002, que foi de 8 milhões de contos. Um número também ele inferior ao de 2001 (8,8 milhões de contos), ano de maior entrada desde 1990.

Para o BCV, essa diminuição está relacionada com as condições do mercado de trabalho nos países onde se concentra a emigração cabo-verdiana do que com qualquer outro factor – se bem que em anos anteriores a variação deveu-se em parte às mudanças nas taxas de câmbio, o que hoje não se verifica em relação aos países europeus, devido à paridade fixa do CVE ao Euro.

Analisando as remessas por países de origem, e conforme os dados até agora disponíveis, nota-se que os emigrantes nos Estados Unidos continuam a ser os que mais mandam dinheiro para Cabo Verde, com um total (2002) de 2,1 milhões de contos.

Em todo o caso já se verifica algum decréscimo no volume de remessas desse país, acontecendo o contrário com Portugal, que vem assumindo cada vez maior relevância neste domínio. Em 2002 as remessas daquele país europeu ultrapassaram os 2 milhões de contos. E prevê-se que em 2003 seja até superior às dos EUA.

A França é o terceiro país da lista, com um total de 1,7 milhões de contos em remessas, conforme dados do BCV referentes a 2002. Os Países Baixos (881 mil contos), a Itália (387 mil), a Suíça (132 mil), o Reino Unido (105 mil) e o Luxemburgo (90 mil) vêm a seguir e formam o lote de países de onde os nossos emigrantes diminuíram em grande medida as suas remessas para Cabo Verde.

Em termos de localidade de destino, verifica-se, segundo o boletim informativo do BCV, que o concelho da Praia é o que mais recebeu dos emigrantes em 2002, num valor estimado em 1,546 milhões de contos. Em segundo lugar está São Vicente, e com uma ligeira diferença, 1,543 milhões de contos. A ilha do Fogo (1 milhão), Santa Catarina (872 milhões) e Tarrafal (806 milhões) são os restantes principais destinos das remessas dos emigrantes.

Recorde-se que o Presidente da República diz que o ano de 2004 "augura perspectivas promissoras" para Cabo Verde, que são "fruto do trabalho persistente, da confiança no futuro e do sentido de coesão da Nação".

Para que essas perspectivas se concretizem, Pedro Pires fez um apelo ao combate contra o cepticismo e o derrotismo que, considerou, "não fazem parte da bagagem daqueles que impelem a realização da grande ambição de um Cabo Verde confiante, mais próspero e mais solidário".

O Presidente da República congratulou-se com o facto de o governo ter "erigido a estabilização das contas públicas" como um dos "factores essenciais do restabelecimento da confiança da sociedade e dos parceiros externos de Cabo Verde", e reconheceu em José Maria Neves "um dos artífices".


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