As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cabo Verde
Governo aprova nomes de novos governadores e administradores
- 13-Jan-2004 - 14:23

O governo guineense aprovou os nomes propostos pelo Conselho Nacional de Transição (CNT) para os cargos de governador das oito regiões e de administradores dos 37 sectores em que a Guiné-Bissau está dividida.


Num comunicado divulgado hoje, um dia após um encontro à porta fechada do governo com a presidência do CNT, o executivo de Artur Sanhá indica ter "aceitado" a substituição dos nomes por si propostos e "anuído" ao critério adoptado pelo Conselho de Transição (sorteio).

Segundo a lista, o Partido da Renovação Social (PRS), que recusara assumir os três cargos de administrador de sector que saíram em sorteio, voltou atrás na sua posição e acabou por aceitar os de Quebo e Fulacunda (ambos no sul) e São Domingos (norte).

O atraso na aprovação dos nomes dos oito governadores (câmaras municipais) e dos 37 administradores de sector (freguesias) deveu-se à polémica desencadeada pelo próprio PRS, que havia inicialmente apresentado uma proposta nesse sentido, cuja lista era preenchida maioritariamente por elementos do partido.

Na ocasião, a 06 de Dezembro último, o CNT, o mini-Parlamento da transição composto por 56 membros, "chumbou" a lista do PRS e, de imediato, propôs que os nomes fossem sorteados, o que foi aprovado por unanimidade.

Em relação às oito regiões, o sorteio ditou que, entre as 23 formações políticas que integram o CNT, duas delas, a coligação Plataforma Unida (PU) e a resistência da Guiné-Bissau/Movimento Bafatá (RGB/MB), obtiveram dois governadores.

A PU ficou com as regiões de Tombali (centro/sul, a cargo do presidente da coligação, Vítor Mandinga) e Bafatá (leste), tendo a RGB/MB sido bafejada com as de Gabú (leste) e Quínara (sul).

As restantes quatro regiões ficaram em poder do Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, com a de Bolama/Bijagós), do Partido Manifesto do Povo (PMP, Oio, interior norte), do Partido da Solidariedade e Trabalho (PST, Biombo, litoral/centro) e do Movimento Democrático Guineense (MDG, Cacheu, norte).

O partido mais prejudicado foi a União para a Mudança (UM), que acabou por ficar com apenas dois administradores de sector, enquanto os restantes partidos obtiveram três.

De fora destas nomeações está o Partido Unido Social-Democrata (PUSD, de Francisco Fadul) que não aceitou integrar o CNT.

A aprovação desta lista era uma das três exigências que a coligação PU apresentou como necessárias para o cumprimento do estipulado na Carta de Transição Política (CTP), uma espécie de mini- Constituição criada para gerir o país até às eleições legislativas de 28 de Março deste ano.

Na semana passada, Vítor Mandinga anunciou a intenção de a PU apresentar uma moção de censura ao governo, já repudiada por todos os actores políticos e da sociedade civil - apenas os militares não se pronunciaram publicamente -, caso o executivo não cumprisse as quatro premissas.

Além da aprovação dos nomes dos governadores e administradores, a PU exige também a marcação de uma data para as eleições no STJ e a escolha do novo presidente do Tribunal de Contas (TC) e ainda a apresentação da declaração de bens de todos os membros do executivo.

Até hoje, segundo Vítor Mandinga, apenas os ministros guineenses dos Negócios Estrangeiros, João José "Huco" Monteiro, e da Economia e Finanças, Abubacar Demba Dahaba, o fizeram.

Confrontado hoje pela Lusa, Mandinga garantiu que a Plataforma Unida não cederá e que, apesar de algumas das exigências terem ou estarem em vias de ser cumpridas, apresentará a moção de censura se os restantes membros do governo de Artur Sanhá não entregarem as declarações de bens, tal como está regulamentado na CTP.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design Portugal Algarve por NOVAimagem