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Maria das Neves defende investimento na educação
- 13-Jan-2004 - 19:08
A primeira-ministra de São Tomé e Príncipe, Maria das Neves, defendeu hoje ser necessário investir na educação para garantir a consolidação da democracia e o desenvolvimento socioeconómico do arquipélago.
Maria das Neves falava na abertura da conferência dos ministros da Educação dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e da Guiné-Equatorial, dedicada à melhoria da qualidade de ensino naquela sub-região africana.
"Em São Tomé e Príncipe, acreditamos que o investimento nos nossos recursos humanos é a melhor via para garantirmos a consolidação da nossa jovem democracia, o desenvolvimento económico e social e a realização das aspirações individuais de cada cidadão", disse Maria das Neves.
Tendo em conta a melhoria do ensino no arquipélago e nos restantes países da região, Maria das Neves apontou as infra- estruturas básicas, a qualificação dos recursos humanos e a valorização da carreira docente como áreas prioritárias para intervenção numa perspectiva de desenvolvimento.
"Talvez seja tempo de privilegiarmos a qualidade e eficácia, diminuindo a quantidade de acções que programamos, de maneira a estar em condições de fazer balanços mais positivos das decisões já tomadas" disse Maria das Neves.
"Os nossos países precisam de mais apoio sustentado, mais coordenação entre as diversas instâncias de financiamento, mais eficácia na realização dos projectos", afirmou.
Além de ter considerado que a educação é um "poderoso" instrumento transformador da sociedade, Maria das Neves congratulou-se com a estratégia de se adoptar o ensino primário obrigatório para todos até 2015 no espaço dos PALOP (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe) e na Guiné-Equatorial.
Maria das Neves reconheceu que não existem soluções fáceis e rápidas para os problemas sociais, culturais e políticos que afectam aqueles países e manifestou-se convicta que a educação poderá ajudar a encontrar soluções para algumas questões da actualidade nesta sub-região africana.
Além da primeira-ministra são-tomense, estiveram ainda presentes na abertura da conferência o director-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), o japonês Koichiro Matsuura, o secretário executivo- adjunto da CPLP, o moçambicano Zeferino Martins, e representantes dos ministérios da Educação do Brasil, Portugal e Timor-Leste, na qualidade de observadores.

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