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  Cabo Verde
Morreu compositor Ano Nobo
- 14-Jan-2004 - 16:26

Ano Nobo, um dos mais destacados compositores cabo-verdianos da actualidade, faleceu hoje, vítima de doença súbita, poucos dias após completar 71 anos, informou fonte do Ministério da Cultura.


Nascido a 1 de Janeiro de 1933, daí o "nominho" de Ano Nobo, Fulgêncio da Circuncisão Lopes Tavares deixa uma obra vasta de mais de quatro centenas de composições, uma boa parte delas interpretadas pelos maiores intérpretes do país - Ildo Lobo, "Os Tubarões", Bana, Mário Pop, Zeca di Nha Reinalda, Frank Mimita, Maria Alice e Manuel di Candinho, entre outros.

Além de compositor, sobretudo de mornas e coladeiras, Ano Nobo foi autor dos hinos religiosos para as celebrações litúrgicas da tomada de posse do primeiro Presidente da República, Aristides Pereira (1975), da chegada do Bispo de Cabo Verde, D. Paulino Évora, e da visita do Papa João Paulo II (1990).

Escreveu poemas e contos e foi igualmente dramaturgo e animador de grupos de teatro. Como pedagogo, ensinou as primeiras letras, em sua casa, a pessoas sem possibilidade de acesso ao ensino.

Filho de um antigo funcionário da Fazenda Pública, que também era maestro nas horas vagas, Ano Nobo teve como primeira professora de música a sua mãe, uma exímia executante de vários instrumentos.

Aos 16 anos compõe a primeira coladeira, "Ta Pinga Tchapu, Tchapu", que Ildo Lobo, anos mais tarde, grava com "Os Tubarões".

Ao longo da sua vida compôs cerca de quatro centenas e meia de músicas, de vários géneros - mornas, coladeiras, mazurcas, funanás, sambas, boleros e hinos religiosos.

O mérito da sua actividade foi reconhecido pelo Presidente da República com a Medalha do Vulcão (1991) e com um passaporte diplomático pelo Governo (2003).

Numa nota emitida hoje, o Ministério da Cultura e Desportos de Cabo Verde declara que o país "perde uma das suas figuras mais ilustres".

"Compositor de primeira linha e proeminente homem da cultura, particularmente no campo da música, a contribuição deste humanista para a afirmação da cabo-verdianidade estende-se também à área da educação, com o exercício do professorado durante bastante tempo", lê-se na mesma nota do Governo.


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