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  Cabo Verde
Governo quer levantamento da Sida para combate mais eficaz
- 15-Jan-2004 - 17:55

Cabo Verde vai avançar este ano com o levantamento epidemiológico do HIV-SIDA, para se poder desenvolver \"um trabalho mais consistente\" de prevenção e combate à doença, defendeu hoje o primeiro-ministro cabo- verdiano.


Na qualidade de presidente do Comité de Coordenação do Combate à SIDA (CCS-SIDA), José Maria Neves participou hoje numa reunião deste órgão, durante a qual prometeu mobilizar \"todas as competências e capacidades nacionais\" para travar a doença.

Cabo Verde encontra-se entre o grupo de países com baixa prevalência do HIV-SIDA, apresentando uma taxa entre 1 e 2 por cento de seropositivos, \"de acordo com os dados disponíveis\", disse à Agência Lusa o coordenador do Comité, Artur Correia.

Dados acumulados em 2002 apontavam a existência de 1.060 casos de seropositivos, dos quais cerca de 300 tinham falecido.

Dos cerca de 700 seropositivos vivos na altura, aproximadamente 400 já manifestavam a doença. Todos estes casos foram inventariados pelo sistema nacional de saúde.

Cerca de 90 por cento das transmissões foram feitas pela via sexual, essencialmente pelas relações heterossexuais.

De acordo com o coordenador do Comité, em 1986 realizou- se um estudo de sero-prevalência, que agora, em 2004, será repetido, para se ter um conhecimento mais aproximado do HIV-SIDA em Cabo Verde.

A partir de Maio próximo será realizado, por amostragem, um inquérito nacional de sero-prevalência e comportamental da população, explicou o responsável.

Na reunião, o primeiro-ministro colocou ênfase na necessidade de se ter um conhecimento mais preciso da realidade do HIV-SIDA, para se poderem adoptar as medidas mais adequadas.

\"É nossa firme intenção ver, a partir deste momento, uma progressiva diminuição em Cabo Verde da taxa de incidência da doença. Apelo a todos os cidadãos para trabalharem em conjunto para que Cabo Verde seja uma referência neste espaço africano, na prevenção e combate à doença\", exortou.

José Maria Neves congratulou-se por constatar \"uma outra dinâmica de relacionamento, um maior envolvimento dos poderes públicos, das autarquias locais e das organizações da sociedade civil\" em torno dessa problemática.

\"O combate ao HIV-SIDA exige fortes parcerias, entre os sectores públicos, mas sobretudo parcerias entre o Estado e os cidadãos, os destinatários das medidas\", observou.

Em países como Cabo Verde - acrescentou - as pessoas são o principal recurso, e o HIV-SIDA afecta fundamentalmente as pessoas\".

\"Não havendo um trabalho consistente, de fundo relativamente à prevenção e ao combate da doença, nós estaremos a permitir a delapidação do nosso principal recurso\", considerou.

Em 2003 registou-se uma mudança estratégica em Cabo Verde na abordagem à SIDA, retirando-a da tutela exclusiva do Ministério da Saúde, por ser \"um problema multisectorial e pluridisciplinar\", daí a criação do CCS-SIDA, integrado por diversas estruturas nacionais e dos parceiros internacionais.

Depois de uma fase centrada na formação, o Comité passa este ano para acções mais concretas, nomeadamente com a introdução dos anti-retrovirais para tratamento e do apoio psico- social, médico e financeiro aos doentes com SIDA.

\"O programa visa, não só a diminuição da epidemia, mas também aumentar o apoio às famílias e comunidades afectadas\", explicou Artur Correia.

Para as suas acções, o Comité dispõe de um financiamento do Banco Mundial de 9 milhões de dólares para o período de 2002- 2006. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) também apoia o reforço da articulação entre os decisores e capacitação das ONG.


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