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Arcebispo brasileiro em casa quando se desloca a África
- 16-Jan-2004 - 22:24
O arcebispo de São Salvador da Baía (Brasil), D. Geraldo Majella, afirmou hoje à chegada a Bissau que se sente "em casa" sempre que está em África, pelas semelhanças entre os povos da sua diocese e africanos.
Em declarações aos jornalistas no aeroporto de Bissau, o cardeal primaz de São Salvador da Baía, ladeado do bispo de Bissau, D. José Camnaté Na Bissign, destacou a similitude entre a "forma de estar particular" dos povos africanos e dos afro-descendentes, que constituem mais de 80 por cento dos habitantes do estado da Baía.
"Sinto-me hoje tão à vontade como quando estou a visitar as minhas comunidades em São Salvador da Baía, aquele povo com a sua característica que não perde a sua origem africana", referiu o cardeal brasileiro, que foi o único a falar à imprensa.
D. Geraldo Majella chegou a Bissau na companhia de quatro outros prelados para participar no V Encontro das Presidências das Conferências Episcopais das Igrejas Lusófonas, que decorre na capital guineense de segunda a quarta-feira.
Além do prelado brasileiro, chegaram também D. Celso de Queiroz (bispo de Catanduva, Brasil), D. Damião Frankelin (arcebispo de Luanda), D. Eugénio Del Corso (bispo de Saurimo), ambos de Angola, e D. Paulino Évora (bispo da Cidade da Praia, Cabo Verde).
Na capital guineense, a comitiva juntou-se aos bispos de Bissau e de Bafatá, D. Pedro Carlos Zilli.
De Portugal acabou por fazer viagem até Bissau apenas D. Tomaz Silva Nunes, bispo auxiliar de Lisboa, uma vez que o cardeal patriarca D. José Policarpo não pode deslocar-se por razões de agenda.
A organização do encontro já anunciara a ausência dos prelados de Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, uns por doença e outros também por dificuldades de agenda.
Delinear estratégias de aproximação e colaboração entre as igrejas de países de língua portuguesa é o objectivo principal deste encontro inédito na Guiné-Bissau, anunciaram fontes da organização.
Além do encontro, os bispos lusófonos vão participar em diversas actividades de carácter litúrgico, bem como em palestras e intercâmbio de experiências.
As actividades decorrerão em Bissau e nalgumas localidades do interior do país, destacando-se o encontro inter-religioso sobre a Reconciliação e Paz, dia 24, em Bissorã (norte) e a celebração do Dia Mundial dos Leprosos, em Cumura, arredores da capital guineense.
O encontro será também aproveitado pelas dioceses de Bissau e Bafatá para, entre 21 e 27 deste mês, assinalar o quinto aniversário da morte de D. Settimio Ferrazzetta, primeiro bispo da Guiné-Bissau, ocorrida a 27 de Janeiro de 1999, em pleno conflito político-militar.
O legado pastoral e a mensagem de D. Settimio, que exerceu a sua actividade missionária na Guiné-Bissau durante mais de 40 anos, serão lembrados em diversos momentos ao longo destes dias.
No dia 27 haverá uma missa na Sé Catedral de Bissau em memória de D. Settimio, personalidade que, ao longo de 2004, será homenageado com várias iniciativas de índole religioso e cultural.
Depois de Portugal, Angola, Brasil e Cabo Verde, a Guiné- Bissau é o quinto país a acolher o encontro.

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