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Bispos discutem estratégias para aproximar igrejas dos PALOP
- 19-Jan-2004 - 17:58
Os bispos católicos que participam no V Encontro das Presidências Episcopais das Igrejas Lusófonas reuniram-se hoje à porta fechada no Seminário Maior, em Bissau, para delinear estratégias de aproximação e colaboração entre as igrejas dos PALOP.
Pela primeira vez, os oito bispos presentes no encontro, que se prolonga até ao dia 27, estão frente a frente para debater "questões concretas" e delinear estratégias entre as Igrejas dos PALOP, Países africanos de língua oficial portuguesa.
Fonte da organização disse que a possibilidade de abertura de uma instituição de cariz universitário de formação na Guiné-Bissau, à semelhança daquilo que acontece, por exemplo, em Angola com a Universidade Católica, é um dos assuntos em cima da mesa.
A mesma fonte remeteu para a conferência de imprensa de quarta-feira "toda e qualquer explicação" das decisões tomadas pelos bispos nos encontros que vão decorrer durante três dias.
O encontro dos bispos iniciou-se às 08:30 locais (mesma hora em Lisboa) e deverá ser interrompido às 17:00 para uma palestra sob o tema "Ética e Política", que deveria ser proferida pelo cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, que, entretanto, não se deslocou a Bissau.
Logo após esta palestra, que ficará a cargo do bispo auxiliar de Lisboa, D. Tomaz da Silva Nunes, os prelados regressam ao encontro no Seminário Maior de Brá, arredores da capital guineense.
No programa de actividades de hoje estava prevista uma visita de cortesia ao primeiro-ministro, Artur Sanhá, que, no entanto, se encontra em Bruxelas para uma "reunião de consultas" com a União Europeia (UE).
Presentes no encontro de Bissau, além de D. Tomaz Nunes, bispo auxiliar de Lisboa, estão D. Paulino Évora, bispo da Cidade de Praia (Cabo Verde), D. Eugénio Del Corso, bispo de Saurimo (Angola), D.
António Celso de Queiroz, bispo de Catanduva (Brasil), D. José Camnaté, bispo de Bissau, e D. Pedro Zilli, de Bafatá (Guiné-Bissau).
Também estão presentes D. Damião Franklin, arcebispo de Luanda (Angola) e D. Geraldo Majello Agnelo, cardeal primaz de São Salvador da Baía (Brasil). Por doença ou dificuldades de agenda, não vieram prelados de Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Durante o encontro dos bispos lusófonos, que está a mobilizar os católicos guineenses, será prestada homenagem a D. Settimio Ferrazzetta, primeiro bispo da Guiné-Bissau, falecido a 27 de Janeiro de 1999, em pleno conflito político-militar, após mais de 40 anos de sacerdócio.

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