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Parceria luso-brasileira inova na venda de software em Portugal
- 22-Jan-2004 - 11:19
A empresa brasileira Light Infocon Tecnologia, parceira da NexLogic Business Solutions para distribuição de software em Portugal, prevê um crescimento anual de 40 por cento entre 2005 e 2007, anunciou hoje fonte da administração.
Marcelo Caio Silva, director da Nexlogic, de Aveiro, afirmou à agência Lusa que no primeiro ano de actividade no mercado português (2004) a empresa estima facturar 50 mil euros (179 mil reais), previsão que considerou de conservadora.
Depois das duas empresas terem fechado, em Outubro de 2003, uma parceria, só no princípio deste ano teve início a actividade comercial em Portugal.
O contrato prevê a distribuição em Portugal de um banco de dados multimédia desenvolvido pela empresa brasileira, que serve para gerir um grande volume de informações.
"Temos tido sucesso na abordagem do mercado português, estamos a sedimentar a carteira de contactos empresariais", sublinhou Marcelo Silva, acrescentando que "o potencial de negócios aponta para uma receita três vezes superior à facturação de 50 mil euros prevista para o primeiro exercício".
No Brasil, a Light Infocon - com sede no estado de Paraíba - tem entre os seus clientes a Interpol, o Bradesco, a Receita Federal e a Advocacia Geral da União.
O acordo integra-se no programa Al-Invest de cooperação da União Europeia (UE) com a América Latina.
A Nexlogic é a primeira empresa deste sector e vocacionada para a distribuição deste tipo específico de software que vai beneficiar do programa Al-Invest.
O conselheiro para Assuntos Económicos da Delegação da Comissão Europeia no Brasil, Mauro Mariani, revelou à agência Lusa que entre 2004 a 2006, a União Europeia vai conceder 46 milhões de euros (164 milhões de reais) para este programa.
Os beneficiários do Al-Invest terão de comparticipar com 11,5 milhões de euros (41 milhões de reais).
Lançado em 1993 pela Comissão Europeia, o Al-Invest tornou-se num instrumento eficaz de cooperação entre pequenas e médias empresas europeias e latino-americanas.
Entre 1996 e 2002, foram contabilizados 215 milhões de euros de negócios, resultado de 615 acordos comerciais assinados e 68 acordos de investimento.
Dados da Comissão Europeia indicam que cada euro utilizado pelo Al-Invest dá origem a 7,5 euros de negócios.
Na Europa, as pequenas e médias empresas da França são as que mais utilizam o Al-Invest.
Entre 1996 e 2002, 1.552 empresas francesas fecharam acordos comerciais com a América Latina no valor de 61,360 milhões de euros.
A Espanha aparece em segundo lugar, com 802 empresas que efectuaram negócios na ordem dos 40 milhões de euros no período.
Dos 15 países da União Europeia, Portugal ocupa o 12º lugar na utilização do Al-Invest, com acordos comerciais de 102,5 mil euros assinados por 34 empresas locais.
Na América Latina, Argentina, México e Brasil são, respectivamente, os maiores utilizadores do Al-Invest.
Nos últimos sete anos, 909 empresas brasileiras fizeram acordos comerciais estimados em 16 milhões de euros.

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