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PUN contra o tribalismo e pela união
- 29-Nov-2002 - 15:51

O Partido da Unidade Nacional (PUN) lançou hoje a luta contra o tribalismo e a defesa da união dos povos da Guiné-Bissau como base da sua proposta para as eleições legislativas antecipadas de Fevereiro próximo.

Liderado por Idrissa Djalo, o PUN, de formação recente, tem conseguido uma projecção mediática significativa através da defesa de ideias como a «guerra» ao tribalismo, a constituição de um Conselho de Sábios para «balizar» a democracia guineense e uma aguerrida postura contra a corrupção.

Na apresentação realizada hoje das linhas-mestras do seu programa político, Idrissa Djalo exigiu ainda que o presidente da República, Kumba Ialá, realize eleições livres para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que funciona no país como instância de apelo em caso de dúvidas quanto à legalidade do acto eleitoral.

O líder do PUN acusa o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS) de serem responsáveis pela miséria «sem precedentes» que grassa no país.

O PAIGC pelas décadas de regime totalitário e o PRS pelos três últimos anos de governação, numa «linha contínua de gestão corrupta do Estado guineense», afirma.

Garante ainda «reformas profundas» nas Forças Armadas, na administração e finanças públicas e prioridade à educação, saúde, agricultura e pescas.

Com uma posição coincidente com a de Kumba Ialá, que acusa o Parlamento, e, por isso, o dissolveu há cerca de duas semanas, Idrija Djalo avança com a decisão de, se para isso tiver condições olíticas, «reorganizar a Assembleia Nacional Popular (ANP) para lhe dar mais eficácia».

Djalo afirma mesmo que «a corrupção generalizada e a incompetência notória dos diversos governos e da ANP quebraram os laços de confiança entre os cidadãos e os governantes (...)».

O PUN coloca-se à margem dos restantes partidos políticos, sustentando que no passado nunca pactuou com as razões que levaram a Guiné-Bissau ao seu actual estado de degradação social.

Mas Idrissa Djalo admite uma coligação com os partidos que «não tenham partilhado actos atentatórios dos interesses do povo».

Nesta linha de actuação, Djalo garantiu que uma da medidas que colocará no terreno, se tiver oportunidade política, é a construção de uma cadeia na Guiné-Bissau, insfra-estrutura que não existe no país, para «lá meter todos aqueles que forem corruptos e prejudiquem os interesses da Nação».

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