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  Cabo Verde
Portugal quer ajudar a abrir nova página na cooperação na saúde
- 28-Jan-2004 - 21:46

Os governos de Cabo Verde e Portugal reafirmaram hoje o propósito de "abrir uma nova página" na cooperação em saúde, aprofundando-a e estendendo-a a novas áreas.


Além do aperfeiçoamento na cooperação existente entre os dois países, que data desde a independência de Cabo Verde, em 1975, três protocolos hoje assinados na Cidade da Praia, no âmbito da visita do secretário de Estado da Saúde de Portugal, abrem perspectivas novas ao relacionamento.

Esse "virar de página", concertado entre os dois governos aquando da visita a Cabo Verde do primeiro-ministro de Portugal, Durão Barroso, em Julho de 2003, visa "adaptar a cooperação à realidade das políticas de saúde" de ambos os países, afirmou Carlos Martins.

De acordo com o governante português, com a nova estratégia passam a ser as instituições dependentes dos Ministérios da Saúde dos dois países a "corporizar e executar, colocando-se ao serviço das populações".

Nesse âmbito, na presença do secretário de Estado da Saúde de Portugal, Carlos Martins, e do Ministro da Saúde de Cabo Verde, Basílio Ramos, foram assinados três protocolos de apoio técnico, a que se seguirão em Maio próximo mais dois.

Da parte portuguesa assinaram os acordos o Instituto Nacional de Farmácia e do Medicamento (INFARMED), o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), com a Direcção Geral de Saúde e a Direcção Geral de Farmácia, de Cabo Verde.

Segundo Carlos Martins, a aposta passa por formar em Cabo Verde quadros na área da farmácia, da emergência médica, e manutenção dos equipamentos hospitalares, bem como colaborar na elaboração dos planos de emergência das infra-estruturas aeroportuárias.

Em Maio próximo, na cidade do Mindelo, está prevista a assinatura de mais dois acordos, para formação de técnicos nas áreas do sangue e saúde pública.

Também o tratamento de resíduos hospitalares suscita o apoio de Portugal, e entre os equipamentos a doar a Cabo Verde, durante esta visita, fazem parte duas incineradoras.

A intenção, segundo o governante português, é reforçar as missões técnicas de Portugal de acordo com a dinâmica do Ministério da Saúde de Cabo Verde.

Segundo Carlos Martins, também as embaixadas, a cabo-verdiana em Portugal, e a portuguesa em Cabo Verde, serão chamadas a assumir um novo papel, para "uma articulação mais estreita entre os dois ministérios".

No domínio da evacuação de doentes para Portugal, acrescentou, será revisto o acordo existente entre os dois países, para o adaptar às novas realidades, mas garantiu que não será diminuído o contingente previsto de três centenas por ano.

"Da parte do Governo português há um grande empenho, e uma grande determinação, para dar maior eficácia, eficiência e qualidade" à cooperação na saúde, sublinhou o secretário de Estado português.

Basílio Mosso Ramos, Ministro da Saúde de Cabo Verde, por seu turno, afirmou que os acordos hoje firmados são o "culminar de um processo, e o arranque de uma nova caminhada", de uma cooperação iniciada em 1975.

Recordou que a maioria dos quadros cabo-verdianos no domínio da saúde foram formados em Portugal, mas os apoios vêm contemplando igualmente os equipamentos, medicamentos, legislação e evacuações de doentes.

No âmbito da evacuação de doentes, Basílio Ramos realçou que o propósito do seu Governo é criar capacidades no país para gradualmente não haver necessidade de os remeter para os hospitais portugueses.

"É nosso dever criar as condições em Cabo Verde para que paulatinamente possamos reduzir as evacuações", e isso passa pela elaboração de um plano de curto ou médio prazo, de formação e de aquisição de equipamentos, afirmou.

O ministro da Saúde de Cabo Verde, nesse contexto, disse ver com bons olhos o interesse de instituições privadas portuguesas em prestar cuidados de saúde no seu país.

Carlos Martins, o governante português, fez integrar na sua comitiva a administradora dos Hospitais Privados de Portugal (HPP), Rita Andrade, e dirigentes da PRURIBVUS II, um grupo ligado à hemodiálise, que estabeleceram contactos com as autoridades locais.

Mas, para diminuir a evacuação de doentes, Basílio Ramos defendeu igualmente o reforço da deslocação de equipas médicas e cirúrgicas a Cabo Verde, porque contribuem para a formação de especialistas localmente, e possibilitam um melhor acompanhamento aos pacientes.

Desde o início da sua visita a Cabo Verde, o Secretário de Estado da Saúde de Portugal tem-se inteirado da realidade de unidades de saúde na ilha de Santiago e Cidade da Praia, a capital do país.

Quinta-feira, sexta-feira e sábado, Carlos Martins prossegue a sua visita a instituições de saúde das ilhas de S. Vicente e Sal. O regresso a Portugal está marcado para a madrugada de domingo.

Para Basílio Mosso Ramos, conhecendo melhor a realidade cabo- verdiana, mais facilmente se poderão encontrar conjuntamente as soluções para suprir as carências na saúde.

Acompanham o Secretário de Estado da Saúde de Portugal o Director Geral de Saúde, José Pereira Miguel, o Presidente da INFARMED, Rui Santos Ivo, o Presidente do INEM, Luís Cunha Ribeiro, o Presidente do SUCH, Inácio Moraes Mendes, além de responsáveis de instituições privadas da saúde e medicamento.


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