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Institutos científicos assinam acordo cooperação
- 10-Feb-2004 - 15:19
A Associação de Investigação Científica de Moçambique (Aicimo) assina esta semana, em São Paulo, um acordo com a Academia Brasileira de Ciências para cooperação em projectos de pesquisa nas áreas espacial, saúde, agricultura e meio- ambiente.
"É um convénio guarda-chuva que vai permitir o desenvolvimento de projectos conjuntos de pesquisa em vários sectores, a promoção de eventos científicos, o intercâmbio de cientistas e a transferência de tecnologia", disse à Agência Lusa o presidente da Aicimo, Patrício Sande.
O acordo prevê ainda a troca ou transferência de amostras de plantas ou animais inseridos no âmbito dos projectos a serem desenvolvidos e a criação de centros de excelência em Moçambique para formação de especialistas.
"Cabe a Moçambique aproveitar todas as oportunidades que o Brasil está oferecer-nos neste momento", disse.
Em Brasília, o presidente da Aicimo e a analista de sistemas da Associação, Maria Joaquim Bano, visitaram a Agência Espacial Brasileira (AEB) para estudar a possibilidade de cooperação espacial entre os dois países, nomeadamente nas áreas de meteorologia e sistema de colecta de dados ambientais pelos satélites brasileiros.
"Já há satélites brasileiros que cobrem áreas de Moçambique e que nos podem fornecer dados importantes, úteis ao monitoramento do solo, dos recursos hídricos e para a previsão de fenómenos. Com as informações, poderíamos evitar, por exemplo, as cheias no país", declarou Patrício Sande.
Em Outubro de 2003, quando o Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS-2) foi lançado da China, o governo brasileiro já havia anunciado a intenção de disponibilizar às nações africanas imagens feitas pelo CBERS, a começar por Moçambique.
De acordo com a AEB, o sistema de recolha de dados utiliza mais de 600 plataformas para obter informações meteorológicas, como temperatura e humidade relativa do ar, pressão atmosférica, direcção do vento, temperatura e fluxo de calor no solo.
Os dois técnicos moçambicanos estiveram também no Ministério da Saúde em Brasília, para obter informações sobre o andamento do projecto para a criação de uma fábrica de medicamentos anti- retrovirais em Moçambique.
Patricío Sande e Maria Bano visitaram ainda universidades em Brasília e no Rio de Janeiro com o objectivo de fomentar a cooperação entre os dois países na área de formação e de estágios.
Na capital paulista, onde ficam até domingo, os dois cientistas visitam o Instituto do Coração (Incor) e o Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e serão recebidos pelo presidente da Academia Brasileira de Ciências, Eduardo Moayr Krieger.
Em Março, o governo brasileiro enviará a Moçambique uma missão para prosseguir os contactos entre os dois países na área de ciência e tecnologia.
A AEB já manifestou sua intenção de integrar a equipa, que será chefiada pelo secretário de Estado da Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Wanderley de Souza.

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