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  Cabo Verde
Municipio da Cidade da Praia quer retransmitir canais portugueses
- 10-Feb-2004 - 18:28

A Câmara Municipal da Praia quer instalar antenas parabólicas para recepção e retransmissão dos canais portugueses de televisão em sinal aberto, apesar de contrariar a legislação local que impõe uma autorização do Governo para instalação das antenas.


O presidente da Câmara Municipal da Praia, Felisberto Vieira, garantiu à agência Lusa que dentro de dias as antenas parabólicas chegarão ao país e vão ser instaladas, mesmo "sem a autorização do governo".

Os suportes para as antenas já estão a ser construídos e, de acordo com o autarca, "em breve" a capital de Cabo Verde vai poder receber os canais portugueses em sinal aberto (RTP1, SIC e TVI).

"Não precisamos do aval do Governo porque os outros municípios que instalaram antenas com este fim não precisaram que o Governo autorizasse", sublinhou o responsável.

"É preciso perguntar ao Governo porque é que as outras câmaras que instalaram as parabólicas não estão na ilegalidade", questionou Felisberto Vieira.

O ministro cabo-verdiano da Presidência, Arnaldo Andrade, que tutela a área da comunicação social, reagiu dizendo que "a lei existe e é clara nesta matéria: as retransmissões carecem de uma autorização do Governo".

Em relação às outras câmaras municipais que possuem parabólica e retransmissores, nomeadamente Ribeira Grande, Sal, Boa Vista, São Nicolau, São Filipe e Mosteiros, Arnaldo Andrade garante que algumas já estão a regularizar a situação.

"Existem, de facto, autarquias onde as retransmissões sem autorização estão a decorrer, mas já chamámos a atenção, solicitando que regularizassem a situação", adiantou o governante.

As antenas parabólicas transformaram-se nos últimos tempos numa "febre nacional", uma vez que as emissões da Televisão Cabo- verdiana TCV, da RTP-África e da televisão francesa TV5, todas em sinal aberto, não chegam a todos os pontos do arquipélago.

Por esta razão, na cidade da Praia, muitos são os condomínios que possuem antena parabólica, que custa cerca de 1500 euros.

Entretanto, as parabólicas instaladas pelas câmaras municipais acabam por preencher as lacunas, nomeadamente onde não existe cobertura total dos sinais de televisão existentes.

A corrida às parabólicas acontece ainda porque a esperada televisão por cabo, prometida pelo Governo, ainda não começou a ser instalada, embora a lei que permite a existência de televisão por assinatura já tenha sido aprovada, faltando apenas o concurso para a sua implementação.


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