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  Cabo Verde
Chefe do governo pede mobilização para vencer problemas económicos
- 11-Feb-2004 - 15:33

O primeiro-ministro de Cabo Verde lançou hoje um veemente apelo ao país para vencer os desafios que inevitavelmente surgirão em consequência do arquipélago abandonar o grupo das nações menos avançadas do mundo.


José Maria Neves frisou que a saída de Cabo Verde do grupo de países mais pobres, que permitiu até aqui um fluxo significativo de ajuda externa, "é um grande passo", mas também "um grande desafio".

"A transição do modelo de reciclagem da ajuda - externa - para um novo paradigma de desenvolvimento, ancorado na competitividade, será muito difícil tendo em conta a extrema vulnerabilidade do país e a turbulência que se verifica no mar alto da competição global", sublinhou.

O chefe do executivo cabo-verdiano deixou este aviso na cerimónia de tomada de posse do presidente da Agência de Regulação Económica (ARE) para as áreas da energia, água, telecomunicações e transportes colectivos urbanos e marítimos de passageiros.

José Maria Neves garantiu que o seu governo está a trabalhar na construção de vantagens competitivas nos sectores predominantes da economia cabo-verdiana (pescas, turismo, serviços financeiros e transportes aéreos).

"Tal desiderato requer fortes investimentos em infra- estruturas", disse, dando como exemplo as estradas, portos, aeroportos, requalificação de recursos humanos e capacitação empresarial.

O chefe do governo frisou ainda que "só com empresas competitivas e modernas, capazes de gerar emprego, criar e acumular riqueza, investir e produzir, poderá ser ganha a batalha" que o arquipélago se prepara para enfrentar.

Reconhecendo aos agentes económicos privados e ao mercado o maior protagonismo no processo de desenvolvimento, o governante defendeu que compete aos poderes públicos a adopção de medidas que corrijam os "fracassos do mercado".

José Maria Neves apontou ainda como factores críticos para Cabo Verde ao enfrentar o "novo paradigma" económico, "a fraca capacidade reivindicativa dos consumidores ou utentes, o défice de participação e a tendência para a resignação perante deficiências na prestação de serviços".

Por seu turno, o novo presidente da Agência de Regulação Económica, João Renato Lima, defendeu que a falta de regulação "pode provocar desequilíbrios económicos e pôr em causa a coesão social".

Renato Lima lembrou que Cabo Verde nasceu como país num contexto de choque petrolífero - década de 70 do século XX - e, agora, prepara-se para vencer mais um obstáculo "num ambiente mundial de dispersão económica, onde as realidades insulares e periféricas enfrentam grandes complexidades".


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